As eleições deste ano, serão precedentes do que deverá resultar a sucessão do atual prefeito de Eunápolis, Robério Oliveira (PSD). Será uma reprise das consequências das votações em 2018, quando Cordélia Torres (PMB), obteve 19.223 votos, enquanto Larissa Oliveira (PSD) ficou com votação de apenas 9.098 votos; ambas perderam para deputada estadual, mas tiveram resultados que anteciparam o que seria a disputa municipal
Larissa representava o pai prefeito de
Eunápolis (Robério); a mãe prefeita de Porto Seguro (Cláudia) e o tio prefeito
de Cabrália (Agnelo Santos). Já Cordélia estava sob condição de única opção
para demonstração de insatisfação dos eunapolitanos, com os governos ruins dessas
três cidades, cujos gestores foram derrotados na eleição subsequente..
Portanto, as votações de Cordélia e
Larissa nas eleições de 2018 em Eunápolis, já revelavam perspectivas sombrias
para a pretensão de Robério ser reeleito. Venceram as apostas que apontavam
vitória da oposição. Dois anos depois Cordélia Torres era eleita prefeita com 29.925
votos, com Roberio Oliveira obtendo insuficientes 22.503 votos.
Já nas eleições de 2022, Cláudia foi
eleita com expressiva votação do povo de Eunápolis, que rejeitava a gestão
centralizadora do secretário da Casa Civil do governo de Cordélia, Paulo Dapé.
Claudia Oliveira foi a mais votada da cidade, com 20.450 votos. Assim como
ocorreu em 2018, o voto dos eunapolitanos em 2022, para deputada estadual, foi
de indignação e oposição a quem comandava a Prefeitura.
Para a disputa deste ano, Cláudia estará sem concorrência de polarização eleitoral na cidade. Previsões sinalizam que ela deverá voltar a ser a mais votada em Eunápolis. Todavia, a previsão é que sua reeleição fadada ao fracasso terá muita dificuldade para obter metade dos votos, que conseguiu em 2022. E a causa é a mesma que fez a cidade recusar candidaturas do prefeito – governo decepcionante!
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