Pode parecer surreal, mas a impressão nos conduz à crença de que o prefeito de Eunápolis, Robério Oliveira (PSD), decretou “férias coletivas” para secretários e demais ocupantes de cargos comissionados do seu governo, pois serviços não acontecem e quando são realizados, não acabam e quando começam e terminam não agradam a população.
As
escolas estão sucateadas; sem alguns servidores vitais para seu pleno funcionamento:
porteiros, professores e merendeiras. Os postos de saúde estão sem
medicamentos, equipamentos, insumos e com dramática redução de médicos. As
estradas vicinais estão esburacadas e quase intransitáveis e o setor de assistência
social só serve como cabide de emprego para parasitas bajuladores do prefeito.
A
sensação de “Férias Coletivas” na Prefeitura de Eunápolis, é uma situação incômoda
que não faz Robério compreender, que uma paralisação geral numa prefeitura,
gera impactos profundos e imediatos na continuidade das atividades, com
reflexos na qualidade de vida da população.
Os trabalhos suspensos na educação, saúde, infraestrutura e assistência social e paradas na prestação de serviços resultam em complicações dramáticas em serviços essenciais (segurança, saúde, transporte, lixo, merenda escolar, pavimentação, etc.). A falta de manutenção de atividades mínimas coloca a sociedade eunapolitana em risco.
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