Temos acompanhado passo a passo destas eleições, mesmo antes do início da campanha propriamente dita, e vemos a forma com a qual cada eleitor vem se engajando nela. Assim, identificamos três tipos de eleitores: o consciente, o inconsciente e o inconsequente. Passaremos então a analisar o perfil de cada um.
O consciente somos nós que, através da análise
minuciosa dos fatos, buscamos no rol dos candidatos a nós ofertados, aquele com
o qual nos identificamos, em razão da postura de firmeza de propósitos e da
incorruptibilidade, tão carentes na atual conjuntura. Aquele que esbraveja
(igualzinho a nós) as injustiças sociais, os desmandos, a inércia do atual
governo, a ausência de políticas públicas efetivas para por fim o mal uso do
dinheiro público, que se instalou na Bahia, com a conivência e a passividade
lamentável da maioria dos atuais deputados e deputadas estaduais.
O inconsciente é o autêntico “pau mandado”; aquele
que não acompanha o desenrolar dos fatos; que não busca se informar; que se permite
ao chamado “voto de cabresto”; que vota na candidata que o prefeito lhe
indicou! Ele “não está nem aí” para a Bahia; navega pela orientação dos outros,
não se importando se a nau vai afundar ou não! Podemos associá-los, com
raríssima exceção, àqueles que estão empregados na prefeitura, que com medo de
perder o emprego, age covardemente, se anulando como cidadão, assumindo o papel
de vassalo, esquecendo-se completamente de que terá que arcar com as
consequências da sua passividade tosca!
Por fim, temos o eleitor inconsequente,
caracterizado por aquele que vota tão-somente pela sua ideologia
político-partidária (petistas, comunistas e pessolistas). Este é o tipo de
eleitor mais difícil de se conviver! Ele é praticamente cego! Nada vê e nada
ouve, a não ser aquilo que diz respeito ao seu partido! Se lhe mandarem matar,
ele mata! São iguais aos muçulmanos radicais! Obedecem, a rigor, as diretrizes
do partido, não “arredando o pé de patavinas”!
Ele não se importa se a gestão do seu partido foi
incompetente! Ele não se importa se o seu líder foi preso em razão de uma
condenação! Para ele, o seu líder é um “santo”! Ele o quer, de toda forma, livre
da prisão, já que esta foi (e sempre será) injusta! O seu líder é um perseguido
político! Nada fez para ter sido preso! É um autêntico eleitor inconsequente,
pois pouco se importa com a cidade (Eunápolis)!
Desta forma, após a apresentação dos três tipos de eleitores da nossa judiada Bahia, mais natural buscarmos a nossa identificação e a dos nossos amigos! Brincadeiras a parte, nunca é demais dizer da necessidade do voto consciente, pois a Bahia e o país atravessam um momento delicado! Só nos resta recorrer ao Alto, na busca de um resultado não favorável a nós, mas a Bahia e o Brasil que há muito padecem na “UTI”!

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