O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), está submetido a um preocupante sintoma patológico de desequilíbrio psicológico, que o atormenta e estressa muito mais que os péssimos índices de desenvolvimento humano, oriundos do resultado destrambelhado e inábil do seu melancólico governo. A crise enfrentada por Jerônimo é de baixa estima e existencial. Ele não sabe que ele é ele e vive pensando que ele é Jaques Wagner e as vezes, se ver como sendo Rui Costa!
Jerônimo está entre as poucas pessoas na Bahia, que não sabem que ele não passa de um boneco de ventríloquo de Rui e Wagner. E para agravar sua complexidade de personalidade e transtornos de inflexibilidade, adaptabilidade e cognitiva, Rui e Wagner também estão sem saber quem é quem entre eles, que mais deve mandar e desmandar na gestão e na política do petismo baiano.
Estes fatos devem implicar em circunstâncias de constrangimentos constantes nas relações sociais e políticas do governador. E exigem dele a decisão de se situar na dicotomia de ser, ou não ser; de “chutar o balde”, ou aceitar ser marionete. O recente episódio vexatório de Wagner anunciando a chapa completa de Jerônimo, sem sua anuncia, ou conhecimento prévio, escancarou suas demência e insignificância!
O problema de Jerônimo está em não aceitar ser inferior. Essa é uma questão psicológica e relacionada à autoestima e ao complexo de inferioridade do dito cujo. Quando o sentimento de inferioridade não é aceito (no sentido de reconhecer limitações pontuais ou estar em um momento difícil) ele pode se transformar em um complexo de inferioridade ou, contraditoriamente, em uma busca por superioridade que ele não possui e jamais terá!

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