Natal Itabuna

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Trief

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12 de março de 2026

SERÁ QUE FALTARÁ CONSCIÊNCIA DE QUEM VIVE DO CACAU?

Será o cúmulo do absurdo o sulbaiano permanecer como manto protetor do crime da vassoura de bruxa e de duas décadas de desgovernos petistas prejudiciais ao cacau!

Existe um ditado popular, antigo, que diz que cada povo tem o governo que merece. Parece-nos ser este o caso, de um povo sofrido e inconsciente que, nutrindo-se do sofrimento, o faz prevalecer e perpetuar, num ciclo vicioso de terríveis proporções. O sul da Bahia sangre sob o menosprezo, insensibilidade, apatia e desrespeito de um grupo político, que nos vitimou do crime da vassoura de bruxa e que permanece infernizando a vida dos produtores e viventes da cacaicultura!

 Nossos verdugos pretendem permanecer no poder. E dependem dos nossos votos. Somos mais de um milhão e quinhentos mil eleitores; bastava um terço não ter votado em petistas e comunistas, para que não estivéssemos submetidos à condição de escravidão, empobrecimento e vilipendiamento. É preciso que os sulbaianos tenham consciência da importância das próximas eleições!

    O dicionário nos diz que consciência é a faculdade de estabelecer julgamentos dos atos realizados. No universo social, é a noção ou idéia sobre certos acontecimentos importantes à vida do povo. Então, falemos do óbvio. Estamos na Bahia, estado onde se tem assistido ao espetáculo de verdadeiros atentados à consciência moral (faculdade de distinguir o bem do mal) de seus indivíduos, em razão da corrupção, menosprezo e ineficiência de governantes, para com os cacauicultores e todos sulbaianos, que vivem do cacau.

    Não dar para continuar com governantes que nos tratam como “patinhos feios” da Bahia. É necessário reagir, pois apesar de tantas evidências, o que se esboça e prenuncia no horizonte próximo das eleições, aparentemente, é uma perspectiva continuísmo de deputados medíocres, parasitas e inúteis como todos petistas e comunistas, que se têm servido do poder, em prejuízo do povo e visando objetivos particulares, a desserviço da cacauicultura.

    Eleger deputados estaduais e federais, comprometidos com a cacauicultura, é a nossa única alternativa política, para termos visibilidade nas decisões e ações governamentais. Então se indaga: será que a população sulbaiana, irá tapar os olhos e fechar os ouvidos, se negar a reagir, a pensar, a refletir e, com discernindo, tomar consciência daquilo que lhe convém?

Será que o povo do sul da Bahia vai negligenciar com a consciência individual e coletiva sobre tudo quanto tem acontecido nesta região? Onde a noção do bem e do mal; mais que isto, de que este não se pode sobrepor àquele, sem ferir princípios ético-morais insuperáveis?

    Parafraseando o grande Rui Barbosa, infelizmente, os tempos são chegados; aqueles, do comprometimento do caráter, dos gritantes desvios de conduta e da insensatez da notória falta de vergonha. Tudo, sob o manto protetor de uma sociedade, em grande parte, inda incapaz de discernir, porque despreparada a tanto.

    É insana e ireesponsável a inconsciência coletiva de indivíduos inaptos a verificar o que é bom e mau e fazer escolhas apropriadas à prevalência do que melhor lhes convém e à sociedade do sul da Bahia. São estes os tempos vividos e por viver, em que tudo, praticamente, pode acontecer, ao largo da triste realidade de um povo retalhado e cativo da falta de senso crítico, a estimular sua manipulação pelos abutres de plantão.

    Estes são os tempos, chegados, em que se tem vivido por viver, na aceitação de qualquer coisa, ao atropelo de julgamentos irreais e fictícios, que mais nos farão sofrer, à distância da ética da verdade que nos deveria nortear os destinos. Infelizmente, ainda existem entre os cacauicultures, que comete o despautérios de apoiar e votar em indivíduos descomprometidos com as causas do cacau e aqui me refiro a todos os políticos e candidatos aliados do atual governo.

    Mas, como se sabe, a natureza não dá saltos, fazendo-se preciso a ação do tempo para o amadurecimento de consciências que dormem, ao capricho de tempos futuros de renovação. Não nos custa, pois, em que pese tudo isso, renovar a esperança no dia de amanhã, certos de que, em meio à escuridão da inconsciência presente, se fará refletir o clarão límpido da consciência nascente.

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