O conhecido adágio que descreve a vulnerabilidade em que se encontra alguém no contexto de que “se ficar o bicho pega, se correr o bicho come”, se aplica à condição partidária em que se encontra a deputada estadual Cláudia Oliveira (PSD).
Cláudia está numa situação de
impasse, onde qualquer alternativa que ela escolher resultará em consequências
negativas, entre permanecer no PSD, ou de filiar a outro partido da base de
apoio à candidatura de reeleição do governador Jeronimo Rodrigues (PT). Sua
reeleição está condicionada a agregar mais de 60 mil votos e este é um limite
mínimo, aquém das suas condições e não há “agulhões”, que possam salvá-la do naufrágio
em “mar revolto” a que está submetida!
Este fato decorre dela necessitar no
PSD de uma votação superior a que obteve para se eleger em 2022 (49.944 votos –
conquistou a última das nove vagas do partido) e não existir na coligação da
campanha de reeleição do govenador petista, nenhuma outra alternativa de partido
com perspectiva de votação abaixo de 60 mil votos para vaga na próxima eleição
para a Assembleia Legislativa da Bahia (Alba).
A situação de votação prevista para Cláudia em seus dois maiores redutos eleitorais, é inferior em comparação a quantidade de votos obtidos quando se elegeu e sua reeleição requer que este desempenho seja muito maior: Em Porto Seguro, ela teve 16.520 votos em 2022 e muito dificilmente conseguirá superar essa votação. Já em Eunápolis, onde obteve sua mais expressiva votação, sua vitória contou com exatos 20.450 votos.
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