A viúva ficou chocada, abalada e sua mente desequilibrada desmoronou, demonstrando problemas claros que durou anos. Ela era doente, diabética, tinha problemas do coração. Fez um procedimento no coração em Teixeira de Freitas, mas não cuidava do diabetes, chegando ao ponto de, no seu desespero, jogar os remédios no vaso sanitário. A situação prolongou até ser internada num hospital em Itabuna, onde acabou falecendo.
Os filhos do
casal, um moça e dois rapazes ficaram desamparados e tiveram que vender a
própria casa na Urbis I, por um preço equivalente a menos da metade, para
conseguirem pagar algumas contas e resistirem ao sofrimento financeiro.
Há muitos anos
atrás (décadas), a falecida mãe deles, havia ganhado da própria mãe e do
próprio irmão, um grande terreno num dos pontos centrais mais cobiçados da
cidade, com frente para duas ruas importantes, que hoje vale cerca de R$ 2
milhões de reais.
Há vários anos a
falecida mãe dos três jovens pensou em vender o terreno. Um corretor mostrou a
propriedade a um famoso e rico médico de Eunápolis, mas o negócio não foi
fechado, porque a mulher desistiu. Entretanto, o médico endemoniado e
ganancioso invadiu propriedade e sem autorização, murou e construiu um pequeno
cubículo, achando que a lei lhe daria o direito de posse, mas ele se esqueceu
que os herdeiros pagam o IPTU em dia e principalmente, que existe Deus, e esse
não falha.
O caso foi parar
na Justiça. Infelizmente o que ouviram de várias pessoas é que o tal médico é
famoso, popular e é membro da alta sociedade, sendo assim, jamais perderia a
causa. Será que a corda realmente sempre rompe do lado mais fraco? Por que será
que a Justiça que deveria ser “justa e coerente” está esticando o caso ao
máximo, há vários anos, causando tanta dor e sofrimento?
Os herdeiros que
eram jovens e cheios de vida, depois de tantos anos, agora estão chegando à
meia idade, sem futuro, sem perspectivas, porque infelizmente a justiça não
está sendo feita e o tal doutor anda sorrindo por aí, de peito estufado, mas
com uma alma tão suja e podre que causa constrangimento até no mais alto
escalão do inferno.
Na mais recente
ação da Justiça, foi decidido que o médico invasor do terreno deveria pagar o
valor em três parcelas, mas ele inventou descaradamente uma história bufa, em
que o terreno foi comprado pelo pai dele, e o caso continua incoerentemente
esticado. Uma verdadeira vergonha para aqueles que confiam na Justiça deste
país.
Por enquanto não
revelaremos o nome do sacripanta, mas em breve poderemos revelar a verdadeira
face desse ser inescrupuloso que se apodera da fama, do dinheiro e do poder,
para tentar espoliar (ou simplesmente roubar) a herança de três pessoas
sofridas, cujo pai serviu honradamente como subtenente da Polícia Militar do
Estado da Bahia, muitas vezes arriscando a própria vida para garantir a lei, a
ordem e a segurança das pessoas.
Ainda acreditamos na Justiça e, mais ainda, que as autoridades judiciais de Eunápolis não deixem esse caso manchar a honra e dignidade da profissão que exercem. Por Carlos Rheiz / Bocão64

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