Numa eleição tem puxões, puxadinhos e puxadas de tapete e essa é uma tríade que persegue há anos o presidente de honra do MDB baiano, Lúcio Vieira Lima. Boa parte da sua trajetória política e partidária, transcorreu com quem não faltou para tentar lhe puxar o tapete, o desbancando do controle do MDB e até dos seus mandatos de deputado...
No contexto do seu histórico diretivo do partido, Lúcio
sempre se notabilizou por desapego a alinhamentos ideológicos e se pautou pelas
circunstancias que favoreciam seus interesses e esforços de manter o MDB
baiano, como uma agremiação forte e influente nas eleições e governabilidades. Lúcio
fez do MDB sua religião e divindade a ser respeitada, reverenciada, aperdeiçoada e
engrandecida!
Para Lúcio ser situação, ou oposição, depende do peso que
cada prato é sustentado na balança das articulações e decisões de coligações.
Apoiar ACM Neto (UB), ou Jerônimo Rodrigues (PT) para governador, passa por ter
apoio naquilo que o MDB já possui e não pode perder, ou ganhos que possam
resultar num MDB maior e com mais poder!
São muitos puxões no roteiro traçado nas muitas decisões e ações de Lúcio Vieira Lima. Houveram “puxões de orelhas” em equívocos e negligencias; tentativas de “puxões de tapetes” advindos de “aliados” ingratos e correligionários predadores... mas nada se iguala à vulnerabilidade a que Lúcia está submetido atualmente, com o PT o puxando para o sepulcro de uma reeleição fadada ao fracasso!

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