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12 de fevereiro de 2026

DUAS VICES E DUAS SUPLÊNCIAS, OS QUATRO CARGOS MAIS DISPUTADOS HOJE NA SUCESSÃO BAIANA

Articulações políticas estão criando perspectivas e alvoroço no círculo político baiano e há uma expectativa de surpresas hoje inimagináveis!

Com o apoio do senador Angelo Coronel (PSD) ao candidato a governador ACM Neto (União) praticamente selado, pelo menos quatro cargos ascendem à cobiça das forças aliadas tanto do governo quanto da oposição para a montagem das chapas.

São eles as vices, tanto na chapa do oposicionista quanto na do governador Jerônimo Rodrigues (PT), e as suplências ao Senado, especialmente no campo do governo, onde serão candidatos Jaques Wagner, à reeleição, e o ministro Rui Costa (Casa Civil).

Até mais do que a vaga de companheiro de chapa de Jerônimo, a suplência de Rui deve ser a mais disputada, exatamente porque ele pode, na hipótese de reeleição de Lula, voltar ao cargo de ministro do quarto governo do petista.

Para a posição, dois nomes despontam também tanto no campo do governo quanto no da oposição. O prefeito José Ronaldo (União), de Feira de Santana, divide os holofotes com outro Zé, o Cocá (PP), que governa o município de Jequié.

Nos meios oposicionistas, se diz que Neto tem procurado fazer de tudo para trazer Ronaldo para o seu lado na campanha, embora não dispense um aceno de Cocá. Além de gestores, os dois são lideranças importantes em suas respectivas regiões, o que é garantia de votos para os cabeças de chapa.

É o mesmo pensamento de Jerônimo, que recentemente fez investidas, por meio do MDB, na direção de Ronaldo, embora se diga que está amarradíssimo com Cocá, mesmo que não tenha definido seu nome, neste momento, para a vaga ocupada hoje por Geraldo Jr. (MDB).

No caso do governo, a vice ainda pode ser oferecida a uma indicação do senador Otto Alencar, cacique do PSD, partido que avalia o nome do deputado Adolfo Menezes, ex-presidente da Assembleia, para o posto.

O nome dele e o de Geraldo Jr. também são avaliados para a suplência de Rui e Wagner no caso de o PSD indicar a vice. Com a ida de Coronel para a oposição, Neto tem sua chapa praticamente definida com ele e João Roma (PL) disputando o Senado, mas falta definir o vice.

Jerônimo concorre de novo ao governo tendo Wagner e Rui aspirando ao Senado, faltando escolher o nome do vice e dos dois primeiros suplentes dos candidatos a senadores.

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