Existem muitas pessoas que o prefeito Robério Oliveira (PSD), menosprezou no momento em que elas mais esperavam reciprocidade de reconhecimento pelo empenho desenvolvido para o ajudarem a voltar a ser prefeito. A promessa de “quem ajuda a eleger, ajuda a governar”, só serviu para enganar e cooptar militantes e cabos eleitorais. Depois de eleito Robério ignorou os eunapolitanos e transformou a Prefeitura em “Cabide de empregos” para porto-segurenses, que atuaram na campanha derrotada da esposa em Porto Seguro!
Este fato nos faz abordar neste artigo, sobre o quanto a
ingratidão é um defeito de caráter, que prejudica bastante suas vítimas, tanto
quanto aos seus perpetradores. A ingratidão é considerada pelos maiores
estudiosos do mundo, a mais terrível, inatural e maléfica atitude de um ser humano.
A pessoa ingrata acredita ter direito e merecimento a algo. Com efeito, acha-se
importante, auto-suficiente e merecedora de ser admirada. Logo, acredita que os
outros têm constante obrigação para com ela, mesmo que não tenham.
Por isso, ela não tem consciência do bem, favor ou graça
recebida. Pelo contrário, ao conquistar o que desejava, faz questão de apagar a
página da vida onde consta o auxílio quando mais precisou das pessoas. E finge
que ninguém a ajudou a alcançar o sucesso.
A
ingratidão na política é uma das razões pelas quais os prefeitos são prejudicados
em suas pretensões de reeleição. O fato de não serem reconhecidas nem
valorizadas pelos seus empenhos e esforços gera raiva e inconformismo em
relação a quem votou e ajudou a eleger.
Apesar de tudo que recebem, os ingratos não dizem nem ao
menos “obrigado”. São incapazes de
reconhecer o empenho e as energias despendidas quando precisaram de outras
pessoas. E muitas vezes, elas não percebem sua própria natureza ingrata. E
continuam sendo ingratas vida afora…
São
várias as consequências negativas da ingratidão. Ela causa uma dor emocional e
psicológica imensa em quem concedeu a benevolência. A autoestima fica abalada;
as pessoas ficam arrasadas, como se não tivessem valor e significassem nada para
quem ajudou. Sentem-se usadas e tolas; desapoiadas e desrespeitadas. E
naturalmente perdem a motivação para auxiliar ou apoiar o político novamente.
Quando um colaborador não é reconhecido, ele perde o entusiasmo e a motivação e logo pensa: “Se o prefeito não reconhece meu valor, por que devo me sacrificar por ele novamente?” Este fato tem resultado em Eunápolis, na existência de um “exército” de ex-aliados de Robério Oliveira; pessoas que o endeusavam há pouco mais de um ano e que hoje o satanizam!

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