Natal Itabuna

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Trief

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17 de janeiro de 2026

PESQUISAS MOSTRAM O QUE JERÔNIMO TEIMA EM NÃO QUERER ENXERGAR!

Só o governo do PT baiano, não enxerga as causas que resultam na Bahia ser o estado onde mais pessoas são assassinadas no Brasil.

    Osniesio Pereira Salomão, capitão da Polícia Militar da Bahia foi assassinado em Salvador, na noite da quinta-feira (15), ao reagir a uma tentativa de assalto e este é um drama longe de ser um fato isolado, como denunciam os dados do Anuário do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, que revela a Bahia com o segundo índice de mortes violentas intencionais por 100 mil habitantes (com 47,1), atrás somente do Amapá (que tem 50,6).

    Além disso, Salvador é a segunda capital mais violenta do país, com 66 mortes violentas intencionais (MVI) a cada 100 mil habitantes, atrás apenas de Macapá (AP), com 70. Outros números também confirmam o quadro de descontrole no enfrentamento à criminalidade no estado.

    Esses dados sobre a Bahia apenas comprovam a falta de aplicação de recursos na segurança pública. A gente percebe que os investimentos feitos não permitem dizer que o estado se preocupou em desenhar algo de qualidade para a segurança pública.

    É extensa a lista das dificuldades que a segurança pública enfrenta na Bahia, como os baixos salários para os profissionais do setor e a falta de capacitação. Até mesmo a localização geográfica contribui para o quadro de descalabro na segurança pública no estado. Há uma grande extensão de área rural e rodoviária, o que gera dificuldades em exercer o patrulhamento nesse espaço.

    Isso explicaria o avanço do crime organizado na Bahia nos últimos anos, o que fez com que grupos vulneráveis, como os condomínios do Minha Casa Minha Vida (MCMV), fiquem ainda mais desprotegidos.

    Em um momento em que essas mesmas comunidades, já fragilizadas social e economicamente, começam a buscar a garantia de alguns dos direitos (o que, culturalmente, não é comum em regiões da periferia), a gente acaba tendo um desdobramento negativo.

MCMV é a parte mais visível do poder do crime organizado na Bahia, com criminosos obrigando moradores a protegê-los sob ameaça de morte a quem não seguir as regras das facções. Quando agentes da lei tentam entrar nessas áreas (seja sob amparo da Justiça, seja por conta própria), a violência ganha tons ainda mais fortes.

A Bahia sangra sob inércia do governo do estado, que administra o aparelho de segurança público com gastos maiores, que os aplicados em propaganda e imprensa em geral. Este fato faz os homicídios na Bahia, serem superiores aos registrados em São Paulo.

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