Com a morte do deputado estadual Alan Sanches (União Brasil), ocorrida neste sábado (17) após um infarto fulminante, a vaga deixada na Assembleia Legislativa da Bahia (Alba) será ocupada por Luciano Ribeiro, ex-prefeito do município de Caculé, no sudoeste do estado.
Luciano
Ribeiro assume o cargo por ser o primeiro suplente do União Brasil, conforme o
resultado das eleições de 2022, quando obteve 63.640 votos, o equivalente a
0,80% dos votos válidos.
Alan
Sanches tinha 58 anos e exercia mandato como deputado estadual desde 2011.
Antes disso, construiu uma sólida trajetória política em Salvador, onde foi
eleito vereador em 2004 e reeleito em 2008, ano em que se destacou como o
parlamentar mais votado da capital baiana. Entre 2009 e 2010, presidiu a Câmara
Municipal de Salvador, além de integrar comissões ligadas à Saúde e Educação.
QUEM É
LUCIANO RIBEIRO - José Luciano Santos Ribeiro, de 65 anos, é advogado e político.
Foi eleito deputado estadual em 2014 e tornou-se primeiro suplente do União
Brasil após o pleito de 2022. Entre 2005 e 2012, exerceu o cargo de prefeito de
Caculé. Em 2024, tentou retornar à prefeitura, mas foi derrotado nas urnas.
Em
janeiro de 2023, Luciano chegou a assumir a Secretaria Municipal de Ordem
Pública (Semop), em Salvador, durante a gestão do prefeito Bruno Reis, mas
deixou a pasta após cinco meses.
Nas
redes sociais, Luciano Ribeiro lamentou a morte de Alan Sanches e destacou o
legado deixado pelo parlamentar. “Ele era desses amigos que a gente confia,
respeita e admira. Um médico que cuidava das pessoas com verdade e um homem
público que nunca esqueceu de ser humano”, escreveu.
REPERCUSSÃO
- A morte de Alan Sanches gerou grande comoção no meio político. Autoridades e
lideranças de diferentes espectros partidários prestaram homenagens ao
deputado, destacando sua atuação na saúde, seu perfil conciliador e o
compromisso com o serviço público.
A presidente da Alba, Ivana Bastos (PSD), classificou a perda como “irreparável para a política baiana”, enquanto o ex-prefeito de Salvador ACM Neto afirmou que “quando a gente perde um amigo, perde junto um pedaço da própria história”.

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