O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), quase sempre está nos fazendo lembrar das verborreias e despautérios da tresloucada Janja, ao abrir a boca para falar o que faz pinico acolher e feder! Na educação, sua opinião e que professor erra ao reprovar aluno e na segurança pública, ele defende "flores vencendo o canhão", como contraponto poderoso de resistência pacífica, sobrepondo-se à força e à violência das facções criminosas na Bahia.
Apontando
a ação do crime organizado em âmbito nacional como principal responsável pelo
crescimento da violência no estado, Jerônimo defende uma maior intervenção da
União no controle das fronteiras para bloquear a entrada de armas e drogas,
argumentando que a Bahia não produz esses itens e que grandes volumes de
apreensões comprovam a origem externa do problema.
Segundo
o governador, o enfrentamento eficaz exige não só esforços estaduais, mas
também coordenação federal, pois a segurança pública demanda responsabilidade
compartilhada entre os entes federativos. Ele enfatizou que o crime organizado
dispõe de armamento pesado, o que obriga o Estado a se equipar adequadamente
para o confronto, embora prefira direcionar recursos para educação, cultura e
serviços públicos.
O governador rejeitou comparações entre a atuação do Estado e do crime organizado, afirmando que “o Estado não pode ser um Estado matador” e que seu princípio é o de protetor da sociedade. Ele reforçou a frase: “bandido bom é bandido preso e entregue à Justiça”, para ser julgado, cumprir pena e passar por ressocialização. Todavia, em 2025, o estado registrou 1.490 mortes em ações policiais, número superior à soma de São Paulo e Rio de Janeiro no período.

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