A mentira na conduta de indivíduos como o corrupto Geraldo Cabeça de Pitu, é muita vez tão involuntária como a transpiração, ou uma flatulência barulhenta dentro de uma cabine superlotada de elevador. Como de costume, Geraldo retrata uma verdade e a simboliza em classe: ele mente o tempo todo, até sem perceber. Ele mente sobre estratégias eleitorais, imposto de renda, declaração de bens e mente até quando jura que está falando a verdade.
Mente
para eles mesmo, para suportar um recalque. Mente para seus cabos-eleitorais,
para tranquilizá-los, e até para seus filhos, para que não sofram. Mente para
os correligionários, para não lhes ferir a auto-estima, e para o alto clero
partidário, para justificar uma derrota e causas do seu vertiginoso declínio
eleitoral – seus supostos votos atualmente, são insuficientes para elegê-lo
vereador.
Mente
para obter recursos para campanha, e para o eleitor, para ter mais votos.
Geraldo Cabeça de Pitu mente por vários motivos. Ele mente tanto, que acaba
acreditando em suas próprias asneiras e extrapola o raciocínio lógico, quando
mente prometendo o que nunca poderia ser cumprido.
Quando
ele não mente, omite! Omite sua vida pregressa de investigado, processado e
condenado por perseguir servidores da Prefeitura e os demitir ilegalmente;
formação da quadrilha das mochilas, máfia do IPTU, vendas de emendas
parlamentares, rombo na Codeba e desaparecimento de recursos que foram doados
para ele repassar a então candidatura de Rui Costa, que motivou seu declínio
político e descrédito na cúpula do PT.
Ele
também omite o quanto sucateou a Emasa e a fez cobrar taxa de lixo na conta de
água. Nunca nenhum outro prefeito, foi tão nocivo a Emasa, quanto o cínico,
hipócrita, corrupto e mentiroso do Geraldo Cabeça de Pitu. Com mentiras e
omissões, ele acabou sendo convencido a sair do PT, para não ser expulso, ou permanecer
no partido sob a pecha de mequetrefe.
Sua filiação ao Psol, terá consequência de desmoralização para um grupo político e ideológico, que se vangloriava de combater a corrupção; a perseguição aos servidores públicos, as organizadores de quadrilhas de roubo do dinheiro público e demais mazelas, que Geraldo Cabeça de Pitu, carrega consigo para o Psol, sob “lavadas de mãos” dos “ingênuos” Kleber Rosa, Wilton Coelho, Marcos Mendes e Davidson Brito!

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