Apostas apontam para a possibilidade do eleitorado eunapolitano ser disputado nas próximas eleições, por três candidaturas competitivas para vagas na Assembleia Legislativa da Bahia (Alba). E pasmem, não será surpresa caso o resultado seja de êxito para os três. Este resultado não será ruim para os interesses do povo da cidade, cujo prefeito eleito (Robério Oliveira) não votou nele mesmo e jamais deveria ter saído do cárcere!
Mesmo sabendo da mediocridade do
mandato da deputada estadual Cláudia Oliveira (PSD) – aquela do vexame nacional
do “Um bilhão eu fico”, é importante sua reeleição para manutenção de algumas
dezenas de nomeações e contratações de seus apaniguados e concessões de umas
ambulâncias e tratores, através das emendas parlamentares impositivas.
Já a candidatura do ex-prefeito
Neto Guerrieri (Avante), servirá para dimensionar a extensão da sua capacidade
de agregar lideranças, votos e consolidação de capilaridade política, que
poderão credenciá-lo para disputa competitiva e confortável, em sua possível
condição de prefeiturável para as eleições municipais de 2028 em Eunápolis.
Para a ex-prefeita Cordélia Torres
(UB), ser candidata no próximo ano, é tão imprescindível e imperativo, quanto
sua necessidade de possuir mecanismos de justificar falhas em sua gestão e se
defender dos ásperos ataques e fake news dos seus adversários. Não disputar a
eleição de 2026, significará o fim da saga política do casal Dapé-Corélia.
Portanto, Cláudia (leia-se Robério), Guerrieri e Cordélia necessitam das eleições do próximo ano, para demonstrarem suas potencialidades eleitorais, para a disputa pela Prefeitura de Eunápolis em 2028. Dos três postulantes, quem obtiver menos votos estará sob condição de Rei, Dama e Valete, ou “carta fora do jogo”.
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