Existem duas patologias que talvez possam explicar as causas de Eunápolis está sendo palco de uma ópera-bufa, protagonizada pelo que há de mais sórdido, medíocre e maquiavélico, na realização de imprensa falada e escrita; e por práticas apequenadas de se opor a quem está no poder.
Entre as duas anomalias dos adversários da Prefeita Cordélia Torres (DEM), há a que se pode identificar como mau agouro, que significa mau pressentimento ou mau sinal. É ter a intuição de que algo ruim vai acontecer.
A outra patologia de quem faz oposição insana em Eunápolis, é o apego ao poder, que é um sentimento dramático de não aceitar está "fora da folha da Prefeitura". Essa morbidez gera quimera e deixa a pessoa com ansiedade de voltar logo, a possuir o cargo comissionado que perdera.
Tanto o mau agouro, quanto o apego ao poder, são mal-estares que afetam o humor e resultam implicações profundas de desinteresse em buscarem outras alternativas de subsistência e prosperidade.
Pessoas assim veem o tempo passando, os contra-tempos serem acumulados e caso não obtenham seus cargos de volta, como consequência das eleições subsequentes, acabam descobrindo o quanto perderam tempo crendo em quem só serve para atrapalhar a prosperidade da cidade e o desenvolvimento humano dos seus próprios serviçais. Mas aí quatro anos já se passaram e nenhum tempo pode ser recuperado!
O que o povo eunapolitano espera é que um mínimo senso crítico impere sobre os recalcitrantes derrotados e saibam aceitar democraticamente o resultado das urnas, protagonizando uma oposição propositiva, construtiva e conduta com alguma dignidade.
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Comente no blog do Val Cabral.