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14 de março de 2019

BENÉ É SER O QUE NÃO É, NUMA CONDUTA QUE NÃO PODE TER

Não há em Itabuna, quem seja mais dissimulado que Bené!
Eu estava tentando escrever algo para postar nesta manhã de quinta-feira, que pudesse estar associado a alguém entre milhares de pessoas que conheço em Itabuna. E então me surgiu a palavra hipocrisia como tema a ser desenvolvido. Como consequência surgiu o nome do jornalista, radialista, repórter, comentarista político, colunista, blogueiro, bacharel em direito e servidor público federal aposentado, Ederivaldo Benedito, como sinergia ao tema que eu exploraria. Ele me faz ter certeza, que um dos maiores defeitos do ser humano consiste na hipocrisia de dizer uma coisa e fazer outra (totalmente distinta). Ditamos regras para os outros e sabemos que nem mesmo nós vamos cumpri-las. O fato é que a hipocrisia, é mais humana do que parece. E tão mais frequente quanto supomos ou desejaríamos. A tendência é “impugná-la” com todas as forças (morais), porém, somos todos tão acostumados a ela que nem a percebemos e, vira e mexe, nos pegamos seduzidos por seus encantos. E num piscar de olhos, estamos julgando as pessoas por não viverem de acordo com nossos conceitos, estes dos quais também não vivemos. O “grande mistério” da hipocrisia é que por trás de um hipócrita não existe apenas uma pessoa moralmente falsa, existe um mentiroso. O hipócrita, por exemplo, sente-se normalmente como um semideus, superior aos demais. E a prova disso é a sua hipocrisia, que permite a ele cometer os mesmos erros que condena nos outros. É um covarde, pois se esconde dentro de suas contradições para atacar aqueles que iguais a ele. Mas, na medida em que julga, se vê também envolto a uma redoma de medo mediante ao risco de ser desmascarado. Há quem diga que é por isso que, muitas vezes, se tornam radicais. Não porque são fervorosos defensores de seus princípios (que não os têm, sabemos, por trás da máscara da hipocrisia). Mas é que o fervor no hipócrita serve como uma cortina de fumaça para escondê-lo de tudo e todos e para ameaçar e desestimular permanentemente qualquer um que tente identificá-lo. Mas, em nome do bom convívio na sociedade, fingimos que não reconhecemos a hipocrisia no próximo e os deixamos “triunfar”. Mundinho difícil de ser vivido, hein.

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