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27 de setembro de 2017

A CURA CARTA DE PALOCCI

Marcos Wense ressalta que Palocci botou pocando
Em carta endereçada à Gleisi Hoffmann, presidente do PT, o ex-ministro Antonio Palocci pede desfiliação da legenda. Separei alguns trechos da missiva que achei mais contundente.
1 – “Não posso deixar de registrar a evolução e o acúmulo de eventos de corrupção em nossos governos e, principalmente, a partir do segundo governo Lula”. 
2 – “ Não posso deixar de destacar o choque de ter visto Lula sucumbir ao pior da política no melhor dos momentos de seu governo”.
3 – “Quando a luta pelo poder se sobrepõe à luta pelas ideias, a corrupção prevalece”.
4 – “Presenciei o desmonte moral da mais expressiva liderança popular que o país construiu em toda nossa história”.
5 – “Até quando vamos fingir acreditar na autoproclamação do ‘homem mais honesto do país’? ”
6 – “Somos um partido político sob a liderança de pessoas de carne e osso ou somos uma seita guiada por uma pretensa divindade?
7 – “Acompanhei de perto a evolução de nosso poder e nossa deterioração moral”.
Palocci, obviamente se referindo a José Dirceu, questiona, no seu incisivo escrito, o critério usado pelo Partido dos Trabalhadores para punir os companheiros. “Qual o critério do partido? Processos em andamento? Condenações proferidas? Se é este o critério, o processo de expulsão não deveria recair apenas contra mim”, diz um arrasador Palocci. O ex-homem de confiança de Lula, agora “persona non grata” no staff petista, se ver diante de um “tribunal inquisitorial dentro do próprio PT”. Pois é. Palocci botou pocando, diria o polêmico e inquieto radialista Val Cabral. Por Marco Wense.

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