Trief

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15 de abril de 2016

SÓ RESTA A DEPUTADO BIÔNICO GRITAR BARRABÁS

A traição de Davidson não deverá ser esquecida pelos itabunenses
Um deputado federal existe para manifestar e defender em Brasília, os interesses e demandas do povo brasileiro. Ele não deve ser capacho de partido politico, boneco de ventríloquo de ideologias, ou marionete de quem quer que seja. E se ele tiver que se submeter à condição de subornado, que seja para fazer e dizer o que é da vontade da maioria do povo. Isto posto, concluímos que os ilheenses e itabunenses estão sendo apunhalados pelas costas, por seus dois representantes no Congresso Nacional: Bebeto Galvão (PSB) e Davidson Magalhães (PC do B). Ambos fazem "ouvidos de mercadores", para as populações das duas maiores cidades sulbaianas. E ainda se dizem prefeituráveis. Não ouvem o majoritário clamor a favor do impeachment. Não enxergam as manifestações colossais de indignação contra a corrupção. Bebeto se rebela ao contrariar decisão do seu partido, PSB, que exige voto contra Dilma. Ilhéus já o julgará em outubro e as perspectivas não lhe favorecem. Em Itabuna, o comunista Davidson Magalhães, mantem fidelidade canina aos petistas, que o fizeram assumir cargo parlamentar, que pertence ao PT e como tal, o usam como marionete, boneco de ventríloquo e lacaio de interesses de manutenção da esculhambação que é o governo de Dilma Rousseff. É compreensível a subserviência sepulcral de um político, sem autonomia e com discrepância à opinião pública, sobretudo, quando este indivíduo só é deputado federal, porque herdou o mandato de quem o conquistou através do voto. O que não se pode aceitar do deputado biônico, Davidson Magalhães, é que ele esqueça, que as causas que o fazem votar contra o impeachment e apoiar Dilma, são as mesmas, que fizeram dois mil atrás, seus ancestrais gritarem Barrabás, Barrabás...

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