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16 de abril de 2016

DILMA É DENUNCIADA POR CRIME DE ABUSO DA MÁQUINA PÚBLICA

O baiano Imbassahy atento as manobras ilícitas de Dilma e Lula
A oposição na Câmara Federal acionou a Polícia Federal no final da tarde desse sábado/16, para denunciar o governo da presidente Dilma Rousseff (PT) por abuso da máquina pública ao conceder benefícios e nomear indicados de aliados em cargos no intuito de garantir votos contra o processo de impeachment que deve ser votado nesse domingo/17, no plenário da Casa. A notícia-crime impetrada contra o governo foi elaborada pelo líder do DEM, Pauderney Avelino; o líder do PSDB, Antônio Imbassahy; Jovair Arantes, líder do PTB; Rubens Bueno, líder do PPS; e André Luís Dantas Ferreira, liderança do PSC. Os alvos da ação são a presidente Dilma, o ex-presidente Lula, atualmente hospedado no Hotel Tulip, na capital federal; a ministra interina da Casa Civil, a baiana Eva Chiavon; o ministro da Justiça, Eugênio Aragão; Aloízio Mercadante, ministro da Educação; Jaques Wagner, ministro-chefe de Gabinete da Presidência da República; Edinho Silva, ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República; José Eduardo Cardozo, advogado-geral da União; Luiz Navarro, ministro-chefe da Controladoria-Geral da União; Ricardo Vieira Coutinho, governador da Paraíba; Waldez da Silva, governador do Amapá; Camilo Santana, governador do Ceará; e José Wellington Barroso de Araújo, governador do estado do Piauí. Segundo a denúncia, Dilma tem se manifestado no sentido de influenciar, "de modo próprio ou através de seus agentes, no processo decisório que se encontra em andamento na Câmara dos Deputados, no julgamento da admissibilidade do processo de impeachment que é promovido em seu desfavor". De acordo com o argumento da oposição, Lula transformou o hotel Golden Tulip em um “bunker” político "com o objetivo de arregimentar apoios junto a agentes públicos e políticos com a finalidade explícita de cooptar parlamentares visando impedir a aprovação da admissibilidade do referido processo de impeachment contra a titular do Poder Executivo, interferindo de forma ilegítima, ilegal e imoral no processo decisório dos parlamentares federais".

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