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| Itabuna já tem quem queimará como Judas em outubro |
O deputado biônico, Davidson Magalhães (PC do B), não cometeu nenhum despautério, ao votar contra o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff. Este seu posicionamento é coerente com o que se esperava dos comunistas. Votar em concordância com as decisões do seu partido, é tão óbvio, quanto constatar sua retórica ideológica e hipócrita. Somente Davidson acredita em sua pertinência de honestidade, ética, seriedade e que está imune à Operação Lava-Jato. Todavia, manifestar bravatas e hipocrisia; bradar contra corruptos e se mostrar aguerrido defensor da democracia e do Brasil, não é tão estupeficante quanto sua demonstração de suposto apreço ao município de Itabuna. É aí onde o porco torce o rabo e a laranja é descascada. Davidson cometeu um erro ao pronunciar seu voto contra o impeachment, falando em nome do povo itabunense. Se ele estivesse atendendo o clamor do povo da maior cidade do sul da Bahia, não se submeteria à condição de lacaio do PT e do governador Rui Costa. Seu voto não seria para assegurar seu mandato de deputado biônico. Qualquer pesquisa realizada em Itabuna, jamais revelaria outra situação, que não corresponda a absoluta maioria favorável a queda de Dilma. E aí está o grave erro do comunista Davidson. Ele não estava credenciado a votar em nome de um povo, que não pensa como ele. E consequentemente, cometeu um constrangimento a este mesmo povo, ao ter seu nome usado, numa votação contrária aos seus interesses. Devidson podia votar em nome do governador, do PT, do PC do B, dos seus papagaios e gatos domesticados, ou dos pinguins de Madagascar... jamais em nome do povo de Itabuna.

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