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| Víboras se digladiarão para ver quem é menos derrotado |
Não há dúvidas de que as candidaturas de Davidson Magalhães (PC do B) e Geraldo Simões (PT), estejam fadadas ao fracasso, nestas eleições municipais, em Itabuna. Ambos estão, juntos, abaixo de um terço dos percentuais do tucano Augusto Castro, que está acima dos ex-prefeito Fernando Gomes (DEM) e Capitão Azevedo (PTB). E amargam rejeições complicadas para serem superadas. Entretanto, o comunista parece estar se articulando com melhores resultados. Diferentemente do petista, o comunista possui apoio unânime dos seus correligionários e está com condições mais promissoras para agregar partidos à sua coligação. O PC do B possui o atual vice-prefeito de Itabuna, Wenceslau Jr; tem o presidente da Câmara, Aldenes Meira; tem seu prefeiturável como deputado federal; tem muito mais candidatos a vereador, sindicatos e entidades organizadas da sociedade. Geraldo não consegue nem ser fotografado ao lado do governador Rui Costa, quando este visita Itabuna e outras cidades do sul da Bahia. Embora Geraldo esteja à frente de Davidson nos índices de aceitação, sua rejeição é vertiginosamente maior. E este é um fator complicador para o petista. As expectativas, é que Davidson conseguirá convergir a maioria dos apoios governistas do estado e do governo federal e isto poderá fazer Geraldo ficar isolado em seu palanque diminuto e fúnebre. Apostas apontam a perspectiva de Geraldo obter nestas próximas eleições, muito menos votos que os obtidos por sua esposa, JUçara Feitosa, nas eleições de 2012, quando perdeu com diferença homérica e acachapante de mais de 30 mil votos, para o segundo lugar, que foi o então prefeito, Capitão Azevedo, que perdeu para o atual "prefeito" Claudevane Leite ("PC do B").

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