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18 de abril de 2016

CÂMARA APROVA IMPEACHMENT DE DILMA

Bebeto e Davidson votaram contra o povo de Ilhéus e Itabuna
A Câmara dos Deputados aprovou neste domingo/17, a abertura do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT). Às 23h07, foi dado o 342º voto "sim", pelo deputado Bruno Araújo (PSDB), de Pernambuco, em favor do prosseguimento do processo. No final da votação, o placar foi o seguinte: 367 votos a favor, 137 votos contra, sete abstenções e duas ausências. A sessão durou 9 horas e 47 minutos; a votação, seis horas e dois minutos.  A votação na Câmara não significa o afastamento imediato de Dilma. A decisão dos deputados precisará ainda ser confirmada por maioria simples pelo Senado, o que deve acontecer até o início de maio. Apenas PT, PC do B e PSOL permaneceram totalmente fiéis ao lado de Dilma na votação em plenário, que começou 17h46. A presidente afirmou que não renunciará ao cargo para o qual foi eleita pela segunda vez em 2014 e disse que vai lutar para manter o mandato no Senado. A vitória da oposição foi comemorada nas ruas das principais capitais brasileiras, logo após o plenário da Câmara dos Deputados ter referendado o relatório do deputado Jovair Arantes (PTB-GO), que recomendou o julgamento de Dilma no Senado pelo crime de responsabilidade. RITO NO SENADO - A partir de agora, confirme o rito do impeachment determinado pelo Supremo, o processo será analisado pelos senadores. O vice-presidente Michel Temer (PMDB) acompanhou a votação no Palácio do Jaburu, junto de aliados. Conforme o STF, Temer só assumirá o cargo se Dilma renunciar ou após o Senado considerar a denúncia admissível e decidir que ela precisa ser afastada por até 180 dias, período no qual acontecerá o julgamento final da presidente na Casa, composta por 81 senadores. A previsão é de que essa etapa do processo dure ao menos até a primeira quinzena de maio. Neste domingo/17, o Placar do Impeachment no Senado do jornal O Estado de S. Paulo mostra que a situação é desfavorável ao governo: 44 favoráveis ao impeachment e 21 contra o afastamento da presidente.

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