De acordo com informações da
Folha de S.Paulo, o ministro Jorge Hage afirmou nesta segunda-feira (8)
que está saindo do governo de Dilma Rousseff após oito anos no comando
da Controladoria-Geral da União. O ministro disse que já apresentou
sua carta de demissão à presidente por não querer continuar em seu segundo
mandato. Em novembro, Hage, até então chefe do órgão responsável por ações
de combate à corrupção no país, defendeu que as empreiteiras pegas na
Operação Lava Jato terão de ressarcir a Petrobras pelos danos causados, refazer
contratos superfaturados, entregar os nomes de quem recebeu e pagou propina, e
ainda mostrar como funcionava o esquema dentro da estatal para poderem fechar
os acordos de delação com a CGU. De acordo com o jornal, a saída de Hage não
pegou Dilma de surpresa, pois ele já havia dado sinais de que não continuaria
em um segundo mandato, e nomes já foram cotados para substituí-lo. HAGE É
ITABUNENSE: Ministro Jorge Hage Sobrinho nasceu em Itabuna-Ba,
no dia 5 de maio de 1938. Ex-deputado, magistrado aposentado, administrador,
advogado e mestre em Administração Pública pela University of Southern
California - Los Angeles (1963) e em Direito Público pela Universidade de Brasília
– UnB (1998). Atuou como advogado em Salvador (BA), entre 1963 e 1970, e foi professor
adjunto da UFBA entre 1962 e 1991. Exerceu diversas funções de direção e
coordenação acadêmica, além do magistério superior, inclusive como pró-reitor
de Planejamento e Administração da UFBA. Na Bahia foi prefeito nomeado de
Salvador (1975-1977), deputado estadual e deputado federal Constituinte
(1987-1991). Foi secretário de Apoio Administrativo do Ministro Ney Braga, no
Ministério da Educação e Cultura (1974-1975). Na Assembléia Nacional
Constituinte (1987-1988), foi titular da Subcomissão do Poder Legislativo, da
Comissão de Organização dos Poderes e Sistemas de Governo (1987) e
vice-presidente da Comissão de Educação (1989). Juiz, foi coordenador da
Assessoria da Presidência do Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJDF).
Após aposentar-se da magistratura, assumiu a função de secretário-executivo da
ControladoriaGeral da União em 2003. É nota dez do DIAP pela sua atuação parlamentar.
Teve destaque na Constituinte com emenda de sua autoria que reduziu para quatro
anos o mandato de Sarney. Foi vice-líder do PMDB, cumprindo importante papel
nas negociações dos direitos dos trabalhadores. Parlamentarista, votou a favor
da proteção à empresa nacional, da nacionalização do subsolo e do tabelamento
dos juros. Foi filiado ao PDT, PMDB e PSDB. Assumiu a CGU em junho de 2006.

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