Os
desentendimentos em grupos fazem parte do jogo político, da mesma
forma os rompimentos, as alianças entre velhos rivais e, a formação
de novos grupos. Itabuna
vive
esse momento; os
ex-prefeitos
da cidade, Fernando
Gomes e Ubaldo Dantas,
são históricos adversários. A junção de forças entre essas
duas lideranças da cidade já é
vista como certa para apoio
à
campanha
do deputado estadual, Augusto Castro (PSDB) em
2016, que
encabeçará
a chapa de
oposição na
disputa eleitoral, que
também contará com apoios
do Coronel
Gilberto Santana
e do ex-prefeito, Capitão Azevedo.
A
desarmonia no grupo da atual administração faz
com que a cada dia surja um fato novo na política de Itabuna.
Ninguém desconhece a complicada relação entre comunistas e
assessores diretamente ligados ao prefeito Claudevane Leite (PRB).
Não se falam Wenceslau Jr. (PC do B) e José Carlos Trindade (PRB).
Não há diálogo entre Oton Matos (PSC) e o comunista Davidson
Magalhães... Onde há filiado do PC do B, há desatino com quem
pertence ao PRB, PSC E PSD. E a situação na prefeitura de Itabuna é
similar a uma “Torre de Babel”. Pela horda do governador eleito,
Rui Costa e a Presidenta Dilma, existe necessidade de candidatura
majoritária do PT e esta condicionante pode levar Geraldo Simões,
Juçara Feitosa, ou Thiago “Simões” a se tornar prefeiturável.
Como o projeto petista é familiar dos Simões, é provável que o PT
encontre dificuldade de partidos se interessarem por coligação com
ele. Com o esperado rompimento dos comunistas com Claudevane Leite, é
possível que o PC do B tenha em Wenceslau Jr. seu prefeiturável em
2016. Para as próximas eleições
há grandes possibilidades do lançamento de 4 candidaturas fortes:
um nome que deve ser o Prefeito, outro sairá do surgimento da
desunião dele
com os comunistas, o terceiro da
família de Geraldo, ou ele próprio e por fim, o
quarto candidato que deverá ser o deputado
estadual, Augusto Castro. Devem completar a lista, Zem Costa (P-Sol),
Zé Roberto (PSTU), Pedro Eliodoro (PCB) e mais uns dois nomes
emergentes de seguimentos comunitários e políticos, que já
demonstram desinteresse de coligação com os grupos acima citados,
mas revelam interesse em disputar a poltrona de
prefeito de Itabuna nas próximas eleições municipais.Trief
16 de dezembro de 2014
ITABUNA DEVERÁ TER, NO MÍNIMO, OITO PREFEITURÁVEIS EM 2016
Os
desentendimentos em grupos fazem parte do jogo político, da mesma
forma os rompimentos, as alianças entre velhos rivais e, a formação
de novos grupos. Itabuna
vive
esse momento; os
ex-prefeitos
da cidade, Fernando
Gomes e Ubaldo Dantas,
são históricos adversários. A junção de forças entre essas
duas lideranças da cidade já é
vista como certa para apoio
à
campanha
do deputado estadual, Augusto Castro (PSDB) em
2016, que
encabeçará
a chapa de
oposição na
disputa eleitoral, que
também contará com apoios
do Coronel
Gilberto Santana
e do ex-prefeito, Capitão Azevedo.
A
desarmonia no grupo da atual administração faz
com que a cada dia surja um fato novo na política de Itabuna.
Ninguém desconhece a complicada relação entre comunistas e
assessores diretamente ligados ao prefeito Claudevane Leite (PRB).
Não se falam Wenceslau Jr. (PC do B) e José Carlos Trindade (PRB).
Não há diálogo entre Oton Matos (PSC) e o comunista Davidson
Magalhães... Onde há filiado do PC do B, há desatino com quem
pertence ao PRB, PSC E PSD. E a situação na prefeitura de Itabuna é
similar a uma “Torre de Babel”. Pela horda do governador eleito,
Rui Costa e a Presidenta Dilma, existe necessidade de candidatura
majoritária do PT e esta condicionante pode levar Geraldo Simões,
Juçara Feitosa, ou Thiago “Simões” a se tornar prefeiturável.
Como o projeto petista é familiar dos Simões, é provável que o PT
encontre dificuldade de partidos se interessarem por coligação com
ele. Com o esperado rompimento dos comunistas com Claudevane Leite, é
possível que o PC do B tenha em Wenceslau Jr. seu prefeiturável em
2016. Para as próximas eleições
há grandes possibilidades do lançamento de 4 candidaturas fortes:
um nome que deve ser o Prefeito, outro sairá do surgimento da
desunião dele
com os comunistas, o terceiro da
família de Geraldo, ou ele próprio e por fim, o
quarto candidato que deverá ser o deputado
estadual, Augusto Castro. Devem completar a lista, Zem Costa (P-Sol),
Zé Roberto (PSTU), Pedro Eliodoro (PCB) e mais uns dois nomes
emergentes de seguimentos comunitários e políticos, que já
demonstram desinteresse de coligação com os grupos acima citados,
mas revelam interesse em disputar a poltrona de
prefeito de Itabuna nas próximas eleições municipais.
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