Nem bem começou e a visita do Papa Francisco já se confirma como
histórica. Todas as demais passagens papais pelo Brasil se constituíram em
monumentais manifestações populares,
e esta, do ponto de vista de quantidade de público não será diferente.
Considerando-se a empolgação, os périplos do saudoso papa João Paulo II também
deixaram grandes marcas. Mas as primeiras horas desta caminhada do santo padre no
Rio de Janeiro já atestam a especial característica de empatia do vigário de
Roma frente ao povo brasileiro. É cedo para se avaliar com a mínima
responsabilidade algum resultado
da presença do papa Francisco entre os brasileiros, mas é certo que este é um
momento especialmente importante para a nossa população como um todo e,
especialmente, para a Igreja Católica Apostólica Romana no Brasil. Por essas
razões, ao fim e ao cabo, serão fundamentais as análises consubstanciadas do
auferido ao término da agenda desses dias. Nos últimos anos, o percentual de
católicos no Brasil tem diminuído
sensivelmente. Os evangélicos, especialmente tocados pela ofensividade dos
Neopentecostais, têm crescido de forma consistente, o que desperta justa
preocupações da Santa Sé para com o nosso país. Afinal, mesmo com a redução do
número de católicos, ainda é em terras brasileiras que se assenta a maior
população católica do mundo. Não só o potencial de crescimento pode ser
retomado, até por razões de tradição histórica, como essa retomada – em
acontecendo – impactará positivamente os seguidores da Igreja Romana no resto
do mundo. A outra questão a ser levada em
consideração, não de somenos importância, é a particularidade do momento
histórico presente no Brasil, onde as instituições, os poderes constituídos,
estão a ser sacudidos por ondas de protestos populares movidos a múltiplas
bandeiras. Mas das principais consignas esposadas pela massa indignada, as que
denunciam os problemas da corrupção, os gastos exagerados e injustificáveis dos
recursos públicos; os brados por ética e por uma maior inserção social, dentre
outras, encontram nas atitudes do papa Francisco uma referência prática
inquestionável. Unem-se, nas ruas e templos, os desejos e reclamos de todos
(sejam ou não católicos) e, catalisados pela presença do santo padre, toda essa
força popular poderá fazer brotar resultados sonhados pelo povo brasileiro.Trief
23 de julho de 2013
O QUE TRÁS O PAPA CONSIGO?
Nem bem começou e a visita do Papa Francisco já se confirma como
histórica. Todas as demais passagens papais pelo Brasil se constituíram em
monumentais manifestações populares,
e esta, do ponto de vista de quantidade de público não será diferente.
Considerando-se a empolgação, os périplos do saudoso papa João Paulo II também
deixaram grandes marcas. Mas as primeiras horas desta caminhada do santo padre no
Rio de Janeiro já atestam a especial característica de empatia do vigário de
Roma frente ao povo brasileiro. É cedo para se avaliar com a mínima
responsabilidade algum resultado
da presença do papa Francisco entre os brasileiros, mas é certo que este é um
momento especialmente importante para a nossa população como um todo e,
especialmente, para a Igreja Católica Apostólica Romana no Brasil. Por essas
razões, ao fim e ao cabo, serão fundamentais as análises consubstanciadas do
auferido ao término da agenda desses dias. Nos últimos anos, o percentual de
católicos no Brasil tem diminuído
sensivelmente. Os evangélicos, especialmente tocados pela ofensividade dos
Neopentecostais, têm crescido de forma consistente, o que desperta justa
preocupações da Santa Sé para com o nosso país. Afinal, mesmo com a redução do
número de católicos, ainda é em terras brasileiras que se assenta a maior
população católica do mundo. Não só o potencial de crescimento pode ser
retomado, até por razões de tradição histórica, como essa retomada – em
acontecendo – impactará positivamente os seguidores da Igreja Romana no resto
do mundo. A outra questão a ser levada em
consideração, não de somenos importância, é a particularidade do momento
histórico presente no Brasil, onde as instituições, os poderes constituídos,
estão a ser sacudidos por ondas de protestos populares movidos a múltiplas
bandeiras. Mas das principais consignas esposadas pela massa indignada, as que
denunciam os problemas da corrupção, os gastos exagerados e injustificáveis dos
recursos públicos; os brados por ética e por uma maior inserção social, dentre
outras, encontram nas atitudes do papa Francisco uma referência prática
inquestionável. Unem-se, nas ruas e templos, os desejos e reclamos de todos
(sejam ou não católicos) e, catalisados pela presença do santo padre, toda essa
força popular poderá fazer brotar resultados sonhados pelo povo brasileiro.
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Não sei nada sobre o que o Papa esteja trazendo para o povo brasileiro...
ResponderExcluirNão to nem ai, meu foco tá na Vinda de Jesus, isso sim!
Rildo Costa
Em verdade vos digo: Não acho nada...
ResponderExcluirAs bençãos de Deus trazem prosperidade e vida para indivíduos ou nações. Mas as bençãos de PAPAS são suspeitas, senão vejamos:
ResponderExcluirFiguras importantes... O papa abençoou Carlota de Bourbon e quando voltou de Roma, enlouqueceu.
O príncipe Napoleão IV morreu logo após ter sido abençoado pelo papa, antes de seguir para Zuzulândia.
Já o príncipe Rodolfo, da Àustria, se suicidou, em 1889, depois de um encontro com o papa.
O jogador Maradona amargou a derrocada de sua brilhante carreira de outrora. Ele também pediu a bênção do papa, e recebeu. Coincidência ou não, perdeu o título do mais famoso campeão argentino e a sua imagem nunca mais foi a mesma, pois não conseguiu se livrar das drogas até hoje.
Afonso XII - morreu prematuramente.
Princesa Lady Diana - Em 1997, morreu em violento acidente auto mobilístico algum tempo antes havia ido a Roma pedir a bênção do papa.
O Imperador da Áustria, Francisco José - sofreu a terrível derrota de Sadowa. Napoleão III - foi preso na Prússia e morreu exilado e destronado. Os navios "Santa Maria"e "América" - naufragaram com perda total.
Diz o ex-padre veneziano, Joseph Zachello que serviu o Papa por 34 anos:
Em 1851 Pio IX concedeu a "Rosa de Ouro" ao Rei das Duas Sicilias. Em menos de um ano ele perdeu a coroa e o reino.
Em 1866 Ele abençoou o Kaiser da Áustria. Em menos de um ano este imperador perdeu Veneza e a guerra seguinte.
Em 1867 O Papa abençoou Maximiliano. Imperador do México. Logo em seguida ele foi destronado e morto a tiros.
Em 1895 O Arcebispo de Damasco deu a bênção papal às tropas e frota espanholas. Logo em seguida a Espanha perdeu ambas.
Em 1897 O Núncio Apostólico abençoou o grande "Bazar da Caridade", em Paris. Cinco minutos mais tarde o prédio ardia em chamas e 150 pessoas da aristocracia pereceram, inclusive a filha da Imperatriz da Áustria.
Não tenho nada contra a vinda do Papa ao Brasil e nem o que isto poderá beneficiar o povo brasileiro, sou contra o dinheiro público usado para isso.
ResponderExcluirKleber Barreto
Não tenho nada contra a vinda do Papa ao Brasil e nem o que isto poderá beneficiar o povo brasileiro, sou contra o dinheiro público usado para isso.
ResponderExcluirKleber Barreto
por detras da vinda do papa esta a peste a doença o roubo e a maldiçao e a mentira
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