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28 de fevereiro de 2013

O TRÂNSITO AOS TRONCOS E BARRANCOS EM ITABUNA



Os inúmeros problemas vividos diariamente no trânsito de Itabuna estão ligados à irresponsabilidade dos condutores. Evidente que a ousadia de quem é useiro e vezeiro em desrespeitar as normas de trânsito cresce à proporção que se nota a falta de fiscalização. Também neste caso, como em outros, a sensação de impunidade estimula o desrespeito à lei. Os gargalos existentes no trânsito de Itabuna são tão grandes que tornou-se comum culpar o excesso de carros no sistema, a falta de policiamento, a ausência de pontos de estacionamento e de vias para escoar o tráfego nos locais mais congestionados. Tudo isso é problemático, sim, e merece faz tempo a interferência das autoridades do setor a fim de, ao menos, regular o fluxo. Há, porém, outro aspecto: em muitos casos, além das questões cotidianas do trânsito, decorrentes de todos os males listados mais acima, há ainda o desrespeito dos próprios motoristas. Há caminhões que simplesmente param em vias de tráfego para desembarcar produtos – e nos horários mais inconvenientes -, carros que estacionam em filas duplas e até triplas, motoristas que param para conversar em plena faixa de movimento e gente que parece desconhecer as regras mínimas da legislação. O problema é de tal vulto e tão rotineiro que os motoristas nem percebem o quanto estes pequenos atropelos em praticamente todos os bairros e centro de Itabuna concorrem para tornar o ato de dirigir tanto mais estressante quanto perigoso. A isso se soma a falta de fiscalização e de uma punição rigorosa capaz de inibir, de verdade, os infratores. As irregularidades do trânsito, ainda mais numa cidade em que conduzir veículos se tornou, em certo grau, atividade de risco, precisam ser coibidas, a fim de que se possa dar um basta nos abusos. Muitas vezes, de tanto conviver com o erro, o cidadão acaba nem percebendo que ele permanece ali. Esses desrespeitos, porém, precisam ser combatidos por quem tem poder para isso, sob pena de se passar a considerar legal o que é ilegal.

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