Trief

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13 de janeiro de 2013

ARMAS COMO BANALIZAÇÃO DA MORTE EM ITABUNA



Muitas campanhas já foram feitas no passado, com resultados até positivos, mas é preciso insistir em desarmar a população, mas, sobretudo, os bandidos, considerando ainda os altos índices de violência e criminalidade que advêm do uso ilegal de todos os tipos de armas. Na semana passada, a imprensa noticiou um desses crimes em um bairro da cidade. Dois homens montados em motociclista passaram atirando em todas as direções atingindo três pessoas uma delas inclusive corre o risco de ficar paraplégica pelo resto da vida. Evidentemente que não se pode tolerar este tipo de banditismo e as polícias precisam sair no encalço desses criminosos para identificá-los e entregá-los à Justiça, que deve ser rigorosa com este tipo de selvageria. Itabuna conta homicídios quase cotidianamente e não se importa muito com a crescente e preocupante quantidade de pessoas vítimas de assassinatos. Se metade dessas tentativas se concretizasse, teríamos então o dobro das ocorrências de crime de morte em Itabuna. Nossa cidade é ainda uma cidade de porte médio, que não pode copiar o que vem acontecendo em cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Salvador, onde este tipo de banditismo vem aterrorizando, matando e aleijando pessoas inocentes com as chamadas “balas perdidas”, ou brigas entre gangues ou com a própria polícia. Para tanto, é preciso que as polícias sejam rigorosas com o porte ilegal de armas, porque a facilidade em adquiri-las ou até mesmo fabricá-las nos fundos dos quintais é que facilitam essas quadrilhas a se armarem para assaltar, traficar e cometer todo tipo de banditismo.

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