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30 de agosto de 2012

O SFT MOSTRA QUE HÁ, SIM, LUZ NO FIM DO TÚNEL

Amigas e amigos do blog, vocês, que eventualmente estão seguindo ao vivo a transmissão do julgamento do mensalão pelo Supremo Tribunal Federal, perceberam que, pelo que já disse até agora em seu voto, o ministro Gilmar Mendes vai condenar o deputado João Paulo Cunha. Concretizada a condenação por maioria dos 11 ministros do Supremo, será um golpe colossal para o PT — ver aquele que foi uma estrela em ascensão no partido, um político jovem, preparado, oriundo da área sindical, bem visto durante sua primeira etapa como deputado até pelos adversários, com o futuro aberto à sua frente depois de ter sido um dos mais jovens presidentes da Câmara da história transformado em réu de um processo criminal e, agora, pelo visto, em réu condenado a perder o mandato e a ir para a cadeia. Se é péssimo para o PT, é fantástico para o Estado de Direito e para as instituições. João Paulo rodando por julgamento do mais alto tribunal do país mostra aos descrentes que as instituições podem funcionar, e que há, sim, luz no fim do túnel que leva ao final da impunidade dos poderosos.

4 comentários:

  1. Que mal em “bater um papo assim gostoso com alguém?”
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    Jornalistas que cobrem o julgamento do mensalão têm estranhado a proximidade de um senhor chamado Manoel Carlos com os advogados de defesa. A interlocução é permanente, consta, às vezes frenética.

    Manoel Carlos não é o novelista da TV Globo, não! É o chefe de gabinete do ministro Ricardo Lewandowski.

    Como indagava música muito antiga, cantada por Jair Rodrigues, precursora do RAP (com us 30 anos de antecedência), que mal há “em bater um papo assim gostoso com alguém”…

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  2. Que mal em “bater um papo assim gostoso com alguém?”

    Jornalistas que cobrem o julgamento do mensalão têm estranhado a proximidade de um senhor chamado Manoel Carlos com os advogados de defesa. A interlocução é permanente, consta, às vezes frenética.

    Manoel Carlos não é o novelista da TV Globo, não! É o chefe de gabinete do ministro Ricardo Lewandowski.

    Como indagava música muito antiga, cantada por Jair Rodrigues, precursora do RAP (com us 30 anos de antecedência), que mal há “em bater um papo assim gostoso com alguém”…

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  3. "LEWANDOWSKI NUMA FRIA"
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    Voto do ministro Lewandowski parecia defesa de João Paulo Cunha

    (Blog de Ricardo Setti)

    Amigas e amigos do blog, este post é do leitor e amigo do blog Reynaldo-BH que, embora exerça hoje atividades na área da tecnologia da informação, foi durante largo período promotor de Justiça e compreende muito bem os mecanismos de funcionamento do Judiciário.

    Confiram:

    "Li cuidadosamente, e por inteiro, o voto do ministro Ricardo Lewandowski que, diferentemente da esmagadora maioria de seus colegas do Supremo, inocentou o deputado João Paulo Cunha.

    E posso afirmar – sem ser arrogante ou um jurista – que foi absolutamente inconsistente.

    Valeu-se de “verdades processuais” contra a “verdade real”. E esqueceu que ambas estavam expostas nos autos.

    Usou um trecho (pequeno) do laudo da Polícia Federal (para inocentar) e abusou de um parecer do TCU que, na verdade, não é um tribunal jurídico, mas antes um orgão auxiliar do Legislativo.

    Fez diferença entre o USO do dinheiro recebido por João Paulo, quando pouco importava se seria usado para comprar panetones (como os do famigerado ex-governador do DF Arruda) ou para bancar um carro novo.

    Não viu – porque não quis – que as notas fiscais da empresa de publicidade eram sequenciadas: mesmo havendo um lapso temporal de 5 meses (!!!) entre a segunda e terceira. Como lembrou o ministro Cezar Peluso (para vergonha de Dias Toffoli), trata-se de caso raro de empresa que ficou 5 meses sem faturar serviço algum!

    A tentativa de levar ao extremo o in dubio pro réu — o princípio que vem desde o direito romano de que, em caso de dúvida, a decisão deve favorecer o réu — atropelou a lógica jurídica: não falou em momento algum O QUE havia nos fatos que consolidassem a tese de defesa. Aceitou que somente o “não fiz” de João Paulo fosse suficiente.

    Leia a íntegra em No MENSALÃO: voto do ministro Lewandowski parecia defesa de João Paulo Cunha

    (Blog de Ricardo Setti)

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  4. "MAIS CHUMBO GROSSO NA CABECITA DE Lula E TODA GANG PETISTA"
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    Planalto fica surpreso com presidente do STF Ayres Britto

    Até então distante do julgamento do mensalão, o Palácio do Planalto recebeu com surpresa a afirmação feita pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Carlos Ayres Britto, de que um projeto de lei foi alterado propositalmente para beneficiar alguns dos réus da ação penal. A postura de Britto gerou desconforto em integrantes da cúpula do governo.


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