Trief

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3 de julho de 2012

PATIFARIA NA POLITICA CAUSA NO POVO APATIA DA MAIORIA

Tem muita gente que não acredita em políticos. De forma alguma, depois de alguns anos votando alguns fatos noticiados mostraram para estas pessoas que não existe oposição ou situação, e a possibilidade de exceções na nossa política são cada vez menores. Uma das primeiras coisas a instigar esta situação foi quando entendeu-se que os partidos políticos (entidades privadas que se fantasiam de públicas, mas são verdadeiras caixas pretas) eram os donos de fato das cadeiras eleitas (e não quem foi eleito de fato pela população), a possibilidade de existência de exceções foi multiplicada por 0. A segunda foi o decorrer do governo Lula e os pormenores da crise do mensalão. Onde apesar da culpabilidade da coisa no governo PT o fato em si tivera origem em governos de partidos declarados de "oposição" (isso para não relembrar o PC Farias, puxando lá no fundo do baú da nossa democracia recente). Daí vamos descer Cachoeira abaixo. Esse indivíduo faz parte (não necessariamente lidera, apesar da imagem que vendem) de um esquema de troca de favores ilícitos em escala nacional que envolve o que é de conhecimento de qualquer um que acompanha política: financio sua campanha (seja com dinheiro ou com, digamos, "serviços") e em troca você me favorece em licitações. Veja, por exemplo, que o deputado federal Geraldo Simões (e dono do PT local, um partido de situação estadual e nacional, mas oposição no âmbito municipal) tem filho envolvido com ele no esquema de vendas de emendas parlamentares. Traço paralelo com Don Corleone (aquele mesmo, do filme O Poderoso Chefão) em que o ato de "apadrinhar-se" faz com que filhos tornem-se possíveis sucessores no comando de máfias. E o PSOL anuncia a abertura de uma CPI para investigar o grau de envolvimento de Geraldo nessa pratica bandida. A investigação mostrará a implicação de muitos mais políticos do que os divulgados e de todos os partidos. Mas,a maioria não acredita que esta CPI saia e se sair, que terá desfecho de cassação,ou qualquer punição que a equivalha. Eles não querem julgar ou condenar seus pares, não almejam melhorar ou higienizar o legislativo, o único e verdadeiro objetivo é obter as informações que possuem dificuldade para obter sem gastar muito. Evidentemente sai caro subornar/coagir a esmo funcionários públicos e privados, pois na cadeia da venda de emendas parlamentares nem todos são confiáveis, ou fáceis de cooptação.

6 comentários:

  1. Essa safadeza vai acabar, ou dominuir bastante, quando o baiano parar de pensar só em carnaval, futebol, feriado e se dedicar ao que realmente necessita.
    Criar vergonha na cara para protestar como aconteceu nos países do oriente médio e não só através da intenet e outros veículos de propaganda.
    Eu, vc, não somos os únicos a perguntar "até quando"?
    Washington Reis

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  2. GERALDO LADRÃO É O MAIOR CANALHA DO SUL DA BAHIA!!!!!
    MARCELO PIRES

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  3. Amigo Val Cabral, só o povo pode mudar essa situação. Mas é justamente este mesmo povo quem elege e reelege esses patifes.
    Roberto Sabóia da Silva

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  4. Judith Barbosa de Novais04 julho, 2012

    Saiba que o voto nulo é uma forma de protestar contra os candidatos, e ocorre que se uma eleição for ganha por votos nulos, o STE deverá organizar novo pleito com candidatos diferentes daqueles anteriores.
    Compreendeu?

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  5. Juscelino Batista04 julho, 2012

    Dizem que desacreditar a política é a estratégia dos conservadores para se manterem no poder... pode ser.
    Realmente, corrupção faz parte na natureza humana... O que temos que fazer é COBRAR do governo providências, sempre que essas denúncias surjam... Mas, desacreditar totalmente na política pode ser um tiro no pé... Enfim, estamos entre a cruz e a espada!
    Agora, só votar não adianta: é preciso acompanhar sempre. E, ser imparcial. Ás vezes, é preciso cortar a própria carne...

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  6. Val Cabral, a corrupçao no Brasil já dura mais de 512 anos... eu particularmente acho muito dificil exterminar essa doença, porque eu considero uma doença, porque homens publicos sem nessecidades de se corromper enfia dinheiro dentro da meia da cueca, nas maletas, estraviam com superfaturamento, vendem emendas parlamentares... então eu acho que é uma doença sem cura nao tem remedio....
    Wilson Batista de Oliveira

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