Quase quatro anos após o início da produção de petróleo do pré-sal pela Petrobras, o produto extraído das camadas mais profundas ainda representa menos de 10% do total da estatal. Dos q
uase 2 milhões de barris de petróleo por dia produzidos pela Petrobras em maio, aproximadamente 180 mil vieram do pré-sal, ou 9% da produção. Desde abril, a produção de petróleo no pré-sal cresceu 10%, segundo dados da estatal, de 163,4 mil barris por dia para 180 mil barris. Para o diretor do Centro Brasileiro de Infra Estrutura (CBIE), Adriano Pires, a quantidade é irrelevante e aponta que a dificuldade de investimento da estatal atrasa a expectativa de maior produção na área. Diante disso, ele considera otimista a projeção de que vai haver aumento considerável da produção da empresa a partir de 2014 – conforme apontado no Plano de Negócios da empresa, divulgado na última segunda-feira. “Acho que a evolução do crescimento após 2014 ainda é um pouco otimista. Depende de como o caixa da Petrobras evoluir e de como a questão do conteúdo local vai ser tratada, isso prejudica o aumento da produção da Petrobras”, avalia. “Uma contribuição maior para a produção está prevista para ocorrer a partir de 2016, com a entrada de diversas novas unidades no pré-sal da Bacia de Santos e na área da cessão onerosa”, segundo o plano de negócios 2012-2016 da Petrobras. Segundo o plano de negócios da estatal, a expectativa que a produção nacional de petróleo e gás alcance 2,5 milhões de bpd, em 2016. O maior crescimento é esperado para a partir de 2014, com expectativa de crescimento entre 5% e 6% ao ano entre 2014 e 2016.
uase 2 milhões de barris de petróleo por dia produzidos pela Petrobras em maio, aproximadamente 180 mil vieram do pré-sal, ou 9% da produção. Desde abril, a produção de petróleo no pré-sal cresceu 10%, segundo dados da estatal, de 163,4 mil barris por dia para 180 mil barris. Para o diretor do Centro Brasileiro de Infra Estrutura (CBIE), Adriano Pires, a quantidade é irrelevante e aponta que a dificuldade de investimento da estatal atrasa a expectativa de maior produção na área. Diante disso, ele considera otimista a projeção de que vai haver aumento considerável da produção da empresa a partir de 2014 – conforme apontado no Plano de Negócios da empresa, divulgado na última segunda-feira. “Acho que a evolução do crescimento após 2014 ainda é um pouco otimista. Depende de como o caixa da Petrobras evoluir e de como a questão do conteúdo local vai ser tratada, isso prejudica o aumento da produção da Petrobras”, avalia. “Uma contribuição maior para a produção está prevista para ocorrer a partir de 2016, com a entrada de diversas novas unidades no pré-sal da Bacia de Santos e na área da cessão onerosa”, segundo o plano de negócios 2012-2016 da Petrobras. Segundo o plano de negócios da estatal, a expectativa que a produção nacional de petróleo e gás alcance 2,5 milhões de bpd, em 2016. O maior crescimento é esperado para a partir de 2014, com expectativa de crescimento entre 5% e 6% ao ano entre 2014 e 2016.
Finalmente, representa menos de 10% do que estava previsto ou menos de 10% da produção da estatal? Ora, se é menos de 10% do que estava previsto e já representa o mesmo percentual da produção total, significa que se tivesse sido atingida a estimativa seria extinta qualquer outra produção que não viesse do pré-sal. Que matéria mal feita!
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