Findas as convenções partidárias, teoricamente, as decisões estão 100% tomadas. Na prática, ajustes podem acontecer ainda até hoje, dia no qual as atas devem ser registradas no Tribunal
Regional Eleitoral. Mas, mesmo com a possibilidade de surpresas serem produzidas ao apagar das luzes desta fase, o quadro geral das candidaturas está definido desde o fim de semana. Em todos os municípios baianos, as coligações foram fechadas nos processos convencionais, e como sempre composições heterodoxas são o mote, misturando siglas nem sempre muito de acordo com o desenho das grandes alianças que formam a colcha de retalhos do cenário nacional. Aqui e acolá, partidos de oposição dão-se braços e abraços com os de situação. E quando não, os interesses municipais desunem forças partidárias que, no Congresso Nacional, são irmãs siamesas. Coisas da política em sua versão batalha municipal. Na Bahia, como nos demais Estados, o centro das atenções é a disputa pela prefeitura da capital. Salvador, até prova em contrário, contará com oito postulantes ao posto de prefeito. E a luta promete ser acirrada, cruenta, posto ser posição estratégica para a peleja seguinte (em 2014). Salvador confirma-se como segundo ponto sobre o qual recaem as atenções de todos os agentes políticos. No mais, os analistas de prontidão esperarão, ao fim de todo o processo, contabilizar quantas prefeituras foram ganhas por determinado grupo, com o objetivo de dimensionar a musculatura de cada líder estadual com o fito de prognosticar as tendências do próximo pleito, daqui a dois anos. E assim caminha a edilidade: os resultados das urnas municipais não só definem um novo perfil político para as cidades, como apontam para as possibilidades de caras novas nos cenários estadual e federal. E a campanha já começou. Que ninguém imagine que esses dias, separando as convenções dos registros das atas são de calmaria. Pelo contrário, sem alarde, intensas batalhas surdas estão a ser travadas pela manutenção ou pela alteração do decidido pelos convencionais.
Regional Eleitoral. Mas, mesmo com a possibilidade de surpresas serem produzidas ao apagar das luzes desta fase, o quadro geral das candidaturas está definido desde o fim de semana. Em todos os municípios baianos, as coligações foram fechadas nos processos convencionais, e como sempre composições heterodoxas são o mote, misturando siglas nem sempre muito de acordo com o desenho das grandes alianças que formam a colcha de retalhos do cenário nacional. Aqui e acolá, partidos de oposição dão-se braços e abraços com os de situação. E quando não, os interesses municipais desunem forças partidárias que, no Congresso Nacional, são irmãs siamesas. Coisas da política em sua versão batalha municipal. Na Bahia, como nos demais Estados, o centro das atenções é a disputa pela prefeitura da capital. Salvador, até prova em contrário, contará com oito postulantes ao posto de prefeito. E a luta promete ser acirrada, cruenta, posto ser posição estratégica para a peleja seguinte (em 2014). Salvador confirma-se como segundo ponto sobre o qual recaem as atenções de todos os agentes políticos. No mais, os analistas de prontidão esperarão, ao fim de todo o processo, contabilizar quantas prefeituras foram ganhas por determinado grupo, com o objetivo de dimensionar a musculatura de cada líder estadual com o fito de prognosticar as tendências do próximo pleito, daqui a dois anos. E assim caminha a edilidade: os resultados das urnas municipais não só definem um novo perfil político para as cidades, como apontam para as possibilidades de caras novas nos cenários estadual e federal. E a campanha já começou. Que ninguém imagine que esses dias, separando as convenções dos registros das atas são de calmaria. Pelo contrário, sem alarde, intensas batalhas surdas estão a ser travadas pela manutenção ou pela alteração do decidido pelos convencionais.
Para alguns a eleição em começou e a derrota é o resultado mais próximo da realidade.
ResponderExcluirÉ o caso da Juçara.
Essa é uma candidatura que já nasceu morta.
Para o bem dessa cidade.
Roberval de Lima Neves
Val Cabral
ResponderExcluirEstou na torcida de que a gente tenha uma eleição tranquila e que vença o melhor, pois nossa cidade naõ tem mais condições de continuar sendo tão maltrada.
Oro para que Deus abençoe essa cidade e desperte a consciência do seu povo,para que Itabuna seja uma cidade mais humana e próspera.
Nicódemos da Silva
O BOM É VANE GANHAR COM UNS TRINTA VOTOS DE FRENTE... E DE JUÇARA FEITOSA. ASSIM ELA E O MARIDO VÃO PASSAR QUATRO LONGOS ANOS BRUGANDO PARA SE RECONTAR OS VOTOS.
ResponderExcluirENQUANTO ISSO VANE VAI TRABALHAR PARA FAZERUM EXCELENTE GOVERNO; SEM CORRUPÇÃO, SEM INCOMPETÊNCIA, SEM PERSEGUIÇÃO AOS SERVIDORES DA PREFEITURA, SEM FORMAÇÃO DE QUADRILHAS E MÁFIAS... QUE SÃO MARCAS DE GERALDO,FERNANDO E AZEVEDO.
WELLINGTON CORDEIRO
Para Juçara Feitosa, a eleição nem vai começar!
ResponderExcluirO único benefício da ampanha dela, é que geraldo vai terque gastar milhões de reais para comprar partidos, vice, lideranças e cabos eleitorais...
Desta forma ele acabará gastando parte de todo dinheiro do povo que ele já roubou. - Francisco Cláudio Lemos
val com cadidato fica suja este azevedo e danado e da sua laia val bostal!(bojtal vem de merda)
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