Apagam-se as luzes e começa os roncos dos motores. Neste domingo, na Austrália, a partir das 3h (Horário de Brasília), será dada a largada da temporada mais longa da principal categoria de automobilismo do mundo. Com a inclusão do Grande Prêmio de Austin, no Texas, Estados Unidos, e a volta do Grande Prêmio do Bahrein, agora o calendário passa a ter 20 provas no ano. A disputa da Fórmula-1 de 2012 começa neste domingo, dia 18 de março, se estende até o dia 25 de novembro, com o Grande Prêmio do Brasil, em Interlagos, que mais uma vez encerra a temporada. Algumas mudanças marcam a temporada. A partir deste ano, a Williams, escuderia do piloto brasileiro Bruno Senna, volta utilizar motores Renault até 2013, com opção também para 2014, caso tenha interesse de continuar. Outro fato marcante, é que pela primeira vez depois de 63 anos, a Fórmula-1 terá seis campeões mundiais disputando o título em 2012. Além de Sebastian Vettel, atual bicampeão, do heptacampeão Michael Schumacher, do também bicampeão Fernando Alonso e dos campeões, Jenson Button e Lewis Hamilton, a F-1 promove o retorno de Kimi Raikkonen, melhor piloto em 2007. Os seis pilotos juntos, somam números impressionantes. Ao todo são 14 títulos mundiais, 999 GPs disputados, 186 vitórias, 160 poles e 156 melhores voltas. Somente em outras três oportunidades a Fórmula 1 contou com cinco campeões juntos no grid. Em 1968, 1970 e 2011. E apenas em duas ocasiões a categoria não teve nenhum campeão nas pistas. Na primeira temporada, é claro, e em 1959. Novidades - Como não poderia ser diferente, a categoria que contará com 12 equipes e 24 pilotos no grid, dois deles brasileiros, chega nesse ano com poucas novidades, bem menos comparado aos anos anteriores, mas que prometem movimentar o universo da Fórmula 1. A mudança que mais chamou a atenção foi a redução da altura limite dos bicos dos carros, modificando drasticamente o visual dos veículos que ganharam, em 10 das 12 equipes, mais um degrau no bico. “Nossa intenção era garantir que o bico fosse mais baixo que os lados do cockpit, para proteger a cabeça do piloto em caso de um acidente” explicou Charlie Whiting, diretor de prova da Fórmula 1. Outras novidades também são destacadas, como a inclusão de testes no meio da temporada, mudanças no traçado de algumas pistas, novas regras para os escapamentos aerodinâmicos, jogos de pneus extras entre outras
.
Já foi-se o tempo em que o Brasil parava para assistir uma corrida de Formula Um...
ResponderExcluirHoje não há mais como torcer para pilotos que estão sempre chegando entre os últimos.
Luiz Alberto Santos