Os professores da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb) ameaçam não começar as aulas planejadas para o dia 14, caso o reitor Paulo Roberto Pinto não atenda as reivindicações apresentadas pela Associação dos Docentes (Adusb). A categoria quer que o reitor compareça a uma assembléia para discutir melhor as reivindicações. Os professores acham que precisavam de enfrentamento mais duro com a reitoria, embora a Uesb já ter se recebido representantes da Adusb e não apresentou solução para os problemas.Trief
9 de fevereiro de 2011
PROFESSORES AMEAÇAM NÃO INICIAR AULAS DIA 14
Os professores da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb) ameaçam não começar as aulas planejadas para o dia 14, caso o reitor Paulo Roberto Pinto não atenda as reivindicações apresentadas pela Associação dos Docentes (Adusb). A categoria quer que o reitor compareça a uma assembléia para discutir melhor as reivindicações. Os professores acham que precisavam de enfrentamento mais duro com a reitoria, embora a Uesb já ter se recebido representantes da Adusb e não apresentou solução para os problemas.
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A Educação na Bahia é uma vergonha. Mas a situação não énada diferente em áreas importantes do governo,como segurança e saúde públicas. Infelizmente a população não compreendeu nas últimas eleições, que seria através do voto conscinete e inteligente, que estes problemas poderiam ser resolvidos!!!
ResponderExcluirKleber Barreto
ESTES PROFESSORES FAZEM GREVES, MAS ACABAM VOTANDO EM SEUS PRÓPRIOS CARRASCOS!
ResponderExcluirNUNES
Sou totalmente contra qualquer tipo de greve, aí culpam o governo, quem mandou não saber em quem vota? porque não frequentam as assembleias para verem o que estão aprovando ou não?
ResponderExcluirporque não procuram se informar em quem vai votar e em quem votou e vão cobrar/ é muito facil julgar,é mais fácil ficarmos culpando o governo,sabendo que o governo somos nós estou certa ou errada? a propósito vcs sabem em quem votou na última eleição?
Reinaldo Pereira de Freitas
Val Cabral, sou formada em química licenciatura e dei aulas em escola publica durante dois anos, fiquei desiludida com a profissão e troquei de ramo de trabalho o governo culpa o problema da educação nos professores....sugiro que os professores abandonem a profissão.
ResponderExcluirMaria Helena Tavares dos Santos
A prova de que os professores passam miseria, é o salário que ganham para formar os professores de amanhã. Lembre-se que vivemos numa país que se diz democratico, portanto, devemos apoiar os professores e depois conversar com eles referente a melhor maneira de repor as aulas. (JP)
ResponderExcluirAcho justa essa greve, mesmo que alguém saia prejudicado. Pq não condenamos os governantes que prometem e não cumprem??
ResponderExcluirDaniel Carvalho
E por que o governo não entra em acordo antes do início da greve? É muito melhor do que mandar a tropa de choque em cima dos professores. E quanto aos alunos, que criem seus próprios sindicatos.
ResponderExcluirWilson Albuquerque de Lima
NA MINHA CONCEPÇÃO É UMA FALTA DE RESPEITO! COMO MELHORAR UMA SITUAÇÃO SOCIAL DO PAÍS SE NÃO PELA EDUCAÇÃO?
ResponderExcluirRONALDO
Prezado Val Cabral, sou contra a qualquer tipo de greve de servidores públicos, sejam eles federais, estaduais ou municipais.
ResponderExcluirPq sou contra: qdo a pessoa vai se inscrever no concurso público já sabe qto vai receber de salário, mas nem por isso deixam de fazer o concurso pois querem uma estabilidade.
Depois de serem nomeados, tem o chamado 'estágio probatório' q são 3 anos para vc se tornar efetivo.
Nesse período, os funcionários como sabem q podem não adquirir a tão sonhada estabilidade, sempre chega cedo no trabalho, sempre trata bem o público, não participam de greves e por aí vai...
Depois que consegue sua tão sonhada estabilidade começam a fazer greves por melhores salários, algumas vezes dizem e até as vezes é verdade q fazem a greve por melhores condições d trabalho, e aí td virá uma bagunça e quem sofre com isso, é a pobre população q precisa do serviço público.
Por isso sou totalmente contra a greve no serviço público.
Djalma Borges