Trief

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8 de fevereiro de 2011

OBAMA NÃO QUER BRASIL NO CONSELHO DA ONU

O presidente dos EUA, Barack Obama, não deverá trazer seu apoio à entrada do Brasil no Conselho de Segurança da ONU como membro permanente durante sua visita ao país, em março. A Casa Branca e a diplomacia americana trabalham para contornar inevitáveis e constrangedoras perguntas da imprensa e para não prejudicar seu projeto de relançar as relações bilaterais. Segundo uma fonte do Departamento de Estado, a mudança na posição de Washington é uma possibilidade remota. Seria um “milagre”. Para o governo americano, o Brasil cometeu um “pecado mortal” ao votar contra a resolução do Conselho de Segurança sobre novas sanções ao Irã, em junho. Posição brasileira. A iniciativa brasileira teria sido mais grave que a insistente busca pelo acordo nuclear com o Irã porque “comprometeu a própria credibilidade do sistema” e deu mostras da contaminação das decisões mais sensíveis de política exterior do país pela personalidade do ex-presidente Lula e do ex-chanceler Celso Amorim. Foi uma burrada”, disse a fonte. Para o Departamento de Estado, ainda não está claro se o governo de Dilma Rousseff, como continuidade da administração Lula, preservará a mesma linha de ação na área externa.

2 comentários:

  1. O Governo brasileiro não cometeu um “pecado mortal” e por isso os EUA não querem o Brasil no CSNU, na verdade os EUA nunca quiseram nem o Brasil e nenhum outro país além dos que já estão no Conselho. E “a reforma do Conselho de Segurança, que permanece engavetada na ONU”, para eles, é para permanecer mesmo.

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  2. Depois das patetadas do Itamaralívia na gestão anterior, os EUA irão aceitar o Brasil no CS da ONU no mesmo dia em que eu aprender a lamber meu cotovelo…

    A política externa americana, com algumas poucas inflexões históricas, é uma política de Estado.

    A do Brasil sempre foi uma política de Estado. Na gestão passada, virou política ideológica. Das mais bizonhas e rastaqueras de que já se ouviu falar.

    Credibilidade não se compra, se conquista. Vai demorar muito tempo até que o Brasil reconquiste a credibilidade anterior.

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