A saúde pública brasileira apresenta problemas crônicos acumulados e crescentes problemas. D
estaca-se: uma impressionante quantidade de recursos nem sempre usada para o eficiente atendimento da população comprovadamente mais necessitada. Como se já não bastasse a velha prática da utilização de serviços mantidos com o dinheiro público com fins eleitoreiros. Com a Constituição de 1988, o País avançou mais, passando a ser modelo para outros países deste e dos demais continentes, mediante o surgimento do Sistema Único de Saúde (SUS). Só na Bahia temos mais de 90% das pessoas que dependem do SUS. E é enorme e objeto de preocupações sérias e diárias a quantidade de pessoas, de todos os cantos do Estado, que, por iniciativa própria ou por intercessão de parentes, ou de estranhos e políticos, enfrenta longas distâncias até para ter um oculista, um ginecologista e outros profissionais da medicina, com procedimentos pagos com as verbas repassadas pela União para os municípios que não são os de seus domicílios. Situações como as que abordamos e tantas outras relacionadas à saúde pública e seguem como causas de queixas e apelos dos movimentos sociais. Isso mudará para melhor quando os poderes, incluindo as casas legislativas, com elas as nossas Assembléia Estadual e câmaras municipais, tratarem como prioridades questões como de defesa do Sistema Único de Saúde, de acordo com as finalidades para as quais surgiu e não vem sendo mantido.
Será que para o SUS ser de melhor qualidade, precisa-se realmente de mais impostos, ou precisamos de gestores de saúde mais comprometidos com seu trabalho apenas, ou também que os cidadãos brasileiros busquem conhecimento.
ResponderExcluirRodrigo Pereira
Val Cabral, é contracenso falar em falta de $ para financiar a SAÚDE!
ResponderExcluirPara a SAÚDE o que falta é polícia, não $$$$ – principalmente na Bahia.
Edvaldo Vieira
Não faltam recursos para a saúde. O que falta é vergonha na cara da maioria dos detentores de mandatos.
ResponderExcluirOtávio Gomes
O que precisa ser feito é um foco na gestão, uma melhora na qualidade dos gastos, diminuição do desperdicio, exepcional atencao aos marcos legais do pais e apos isso vamos discutir com toda a sociedade o que pode ser feito para financiar a saude no nosso pais??
ResponderExcluirLRS
Val Cabral
ResponderExcluirA cara de pau de nossa classe política não é dimensionável. Comprovadamente são péssimos gestores, quando não corruptos, permitem que este câncer se instale e depois se elegem e se reelegem com paliativos praticados pouco antes de cada eleição. E o povo embarca nessa onda de vigarices!!!
Mário Fonseca