Tem muitos anos o fato da Bahia fazer parte da lista dos Estados com maiores e crônicos problemas que necessitam de soluções urgentes e
efetivas no sistema penitenciário. A superlotação e deficiências estruturais e a falta de servidores concursados e de melhorias nas condições de trabalho vinham sendo, há bastante tempo, causas de preocupações e de reiterados alertas. A julgar pelos acontecimentos mais recentes, entre os quais a rebelião ocorrida recentemente no Presídio de Itabuna, vai demorar até deixar de ser mais um fator negativo na imagem do sistema carcerário do estado. Mais uma semana chega ao fim com os diversos segmentos da população sem informações suficientemente esclarecedoras acerca das causas e dos culpados pelos fatos que motivaram novas denúncias de distúrbios dentro e fora das celas das repartições do setor. Poucas semanas antes das notícias sobre esse episódio em Itabuna, e do agravamento da insatisfação dos agentes penitenciários, repercutiu, de forma mais ampla possível, logo gerando reações com cobranças de medidas urgentes de órgãos públicos e de entidades defensoras dos direitos humanos. As ocorrências deploráveis como estas e as diversas formas de ações criminosas que têm sido registradas nas ruas de Itabuna, não terão fim ou não serão reduzidas de maneira significativa já no futuro próximo, enquanto as decisões necessárias não passarem dos discursos das autoridades competentes.
efetivas no sistema penitenciário. A superlotação e deficiências estruturais e a falta de servidores concursados e de melhorias nas condições de trabalho vinham sendo, há bastante tempo, causas de preocupações e de reiterados alertas. A julgar pelos acontecimentos mais recentes, entre os quais a rebelião ocorrida recentemente no Presídio de Itabuna, vai demorar até deixar de ser mais um fator negativo na imagem do sistema carcerário do estado. Mais uma semana chega ao fim com os diversos segmentos da população sem informações suficientemente esclarecedoras acerca das causas e dos culpados pelos fatos que motivaram novas denúncias de distúrbios dentro e fora das celas das repartições do setor. Poucas semanas antes das notícias sobre esse episódio em Itabuna, e do agravamento da insatisfação dos agentes penitenciários, repercutiu, de forma mais ampla possível, logo gerando reações com cobranças de medidas urgentes de órgãos públicos e de entidades defensoras dos direitos humanos. As ocorrências deploráveis como estas e as diversas formas de ações criminosas que têm sido registradas nas ruas de Itabuna, não terão fim ou não serão reduzidas de maneira significativa já no futuro próximo, enquanto as decisões necessárias não passarem dos discursos das autoridades competentes.
Val Cabral, existe a necessidade de haver políticas públicas voltadas para se combater as mazelas do sistema carcerário... enquanto há esperança, pois diante de milhões de pessoas, ainda existe muitas que não se contaminaram com o crime, começando principalmente pelas crianças, dando a elas uma educação de excelência para que no futuro, quem sabe seja necessário fechar alguns presídios por não haverem mais tanto criminosos.
ResponderExcluirDébora Lopes
Prisão foi feita para infratores da lei... vcs ja viram ricos na prisão? quem tem o dinheiro, quem tem a maior rede social e não é formação de quadrilha, quem tem a posse das terra, onde está a divisão de renda, o primeiro detento na detenção roubou um feixe de lenha de um senhorio, pobre, mudar como, se os adolecente não vão mais as forças armadas, não se tem escola com tempo integral onde se aprendia, eletricidade marcenária, mecanica educação para o lar, técnico em esporte... se cumpria a CONSTITUIÇÃO, os governantes tem que tratar a violencia como um cancer, estirpá-lo com educação, emprego e, a cima de tudo com inteligência, o sistema cacerário irá agradecer muito. - Lj
ResponderExcluirPrezado amigo Val Cabral
ResponderExcluirToda vez que tenho a oportunidade de visitar uma Unidade Prisional e/ou uma Delegacia, eu realmente fico muito triste. É desumana as condições em que os internos estão alojados nesses locais. De fato reconheço a parte da Socialização que os dirigentes das unidades prisionais investem para o interno, porém, não consigo imaginar como 20 homens conseguem dormir numa cela que cabem 10. O pior de tudo isso: eles sabendo da realidade, por que continuam nessa vida? Fico triste, muito triste mesmo. Infelizmente cada dia que passa a violência tem aumentado e o número de internos nas Cadeias também.
Paulo do Pontalzinho
paupont@bol.com.br
Val Cabral
ResponderExcluirDe fato, essa postagem nos convida a refletir sobre nossas ações referente ao alarmante descaso das nossas "ilustres autoridades" que, ao invés de investirem em educação para a mudança dessa triste realidade, acha que é mais viável investir os nossos impostos na ampliação de espaço para degradar mais ainda essa gente. Do jeito que as coisas vão, até mesmo nossas crianças perderão a essência da força de vontade em um mundo que eles sempre sonharam e pretendem ter. Sermos cidadãos vai muito mais além do que simplesmente votar em um "candidato" que aparenta ser mais "sincero e honesto" em suas palavras, para ser cidadão precisamos ousar, buscar e determinar a melhora do meio em que vivemos e ajudarmos os nossos irmãos terem a oportunidade de se inserir na sociedade e estar capaz de lutar pelos ideais universal de uma maneira homogênea buscando o bem de todos.
Por essa razão, vamos também nos colocarmos no lugar daquelas pessoas que, se de fato, mereciam estar ali ou não, não deixam de ser seres humanos, que DEVEM ser tratados como tal.
Roberto Andrade de Almeida Jr.
Professor
Val Cabral
ResponderExcluirA vida em carcere privada (detenção) é tão humilhante, que não entendo o por que do ser humano praticar delitos que acabam por retirar o direito que lhe concede a constituição (a liberdade) e a declaração universal do direito humano que confere ao cidadão o principio da dignidade da pessoa humana.
Guilherme Santos