O vestibular sempre provocou uma tempestade na vida dos jovens, e também na de seus pais. Como manter a calma e evitar a ansiedade diante
da reprovação? Dados comprovam que 95% dos jovens que prestam vestibulares não sabem exatamente o curso ou profissão a optar. Maioria segue orientação dos amigos, professores, ou mesmo vão na “onda” daquilo que está na moda ou, aqueles cursos que refletem “na teoria” um bom retorno financeiro. Outro dado interessante é que 45% dos que conseguem entrar numa faculdade, raramente concluem o curso no período pré-estabelecido, se arrastando na incerteza. Por incrível que pareça, a opinião dos pais pouco tem influenciado nas decisões dos jovens vestibulandos, a influência externa é muito maior, apesar de que o papel da família é importante nessa hora para ao discernimento dos jovens, além de preparar emocionalmente para a possibilidade de um eventual insucesso dos filhos no exame. A.C..., 23 anos é uma exceção, conhece bem as pressões que rondam um vestibulando. Pelo 2° ano tentou uma vaga no curso de Direito da Uesc. “Nunca gostei de direito, mas, por imposição de meu pai, venho tentando, sem sucesso. Meu pai alega ser importante o curso de direito, pois, teria possibilidade de tentar a magistratura”, afirma André, que na realidade gostaria de fazer Filosofia, mas, que diariamente vinha acessando o site da Uesc na expectativa de que seu nome aparecesse na relação dos aprovados, e o seu velho pai, depois de dois anos, volte a sorrir! Infelizmente para tristeza de André e do seu pai, dia 03 último saiu o resultado da Uesc: Mais uma vez foi reprovado. A esperança ainda continua nas chamadas seguintes. Temos notícias de jovens, após o insucesso no vestibular precisarem fazer urgentemente terapia, pois a pressão foi imensa da família, e, a própria família fazia conotação de derrota, de prejuízo e até mesmo vergonha, já que alguns coleguinhas de seu filho lograram êxitos. Independente de aprovação ou não, os pais precisam é apoiar, estimular o filho, para que o mesmo mantenha a sua auto-estima e comece a se preparar para um próximo vestibular. É triste, mas, é comum alguns pais chamarem ainda seus filhos de “burros” por não passarem no vestibular. Nem sempre, porém, os pais têm essa compreensão e ficam infelizes com a reprovação dos filhos no vestibular. Os pais precisam caminhar juntos com os filhos, derrubando barreiras e encontrando forças para chegar aonde se pretende. Sabe-se das dúvidas dos jovens, das dificuldades e incertezas, e ai, é preciso que os pais tenham muita tolerância, pois as pessoas crescem e têm conquistas em tempos diferentes da vida. O vestibular não é o fim do mundo. Quantos foram reprovados no vestibular, e em seguida tiveram êxitos em concursos do Banco do Brasil, CEF, Justiça Federal? E quantos foram aprovados num vestibular e por mais que tentem, não conseguem êxitos em concursos públicos? E, muitas vezes, depois de formados, são obrigados a debruçarem em um balcão de farmácia, armarinho ou mesmo tocarem uma atividade totalmente avessa daquela o qual foi graduado. Portanto, algumas vezes o insucesso no exame, serve até mesmo para uma reflexão de vida e uma mudança de atitudes, tanto dos pais, como do jovem vestibulando. Uma reprovação no vestibular não significa absolutamente nada. Porque desespero? Insucesso numa universidade pública, onde a concorrência é grande, onde o dinheiro, a classe social pouco importa, não é nenhuma vergonha e muito menos reflexo de incapacidade. O jovem certamente vai sobreviver a ele e sua família também. E, a família precisa estar unida! (Elias Reis é articulista e Presidente do Sindicato dos Radialistas de Ilhéus).
da reprovação? Dados comprovam que 95% dos jovens que prestam vestibulares não sabem exatamente o curso ou profissão a optar. Maioria segue orientação dos amigos, professores, ou mesmo vão na “onda” daquilo que está na moda ou, aqueles cursos que refletem “na teoria” um bom retorno financeiro. Outro dado interessante é que 45% dos que conseguem entrar numa faculdade, raramente concluem o curso no período pré-estabelecido, se arrastando na incerteza. Por incrível que pareça, a opinião dos pais pouco tem influenciado nas decisões dos jovens vestibulandos, a influência externa é muito maior, apesar de que o papel da família é importante nessa hora para ao discernimento dos jovens, além de preparar emocionalmente para a possibilidade de um eventual insucesso dos filhos no exame. A.C..., 23 anos é uma exceção, conhece bem as pressões que rondam um vestibulando. Pelo 2° ano tentou uma vaga no curso de Direito da Uesc. “Nunca gostei de direito, mas, por imposição de meu pai, venho tentando, sem sucesso. Meu pai alega ser importante o curso de direito, pois, teria possibilidade de tentar a magistratura”, afirma André, que na realidade gostaria de fazer Filosofia, mas, que diariamente vinha acessando o site da Uesc na expectativa de que seu nome aparecesse na relação dos aprovados, e o seu velho pai, depois de dois anos, volte a sorrir! Infelizmente para tristeza de André e do seu pai, dia 03 último saiu o resultado da Uesc: Mais uma vez foi reprovado. A esperança ainda continua nas chamadas seguintes. Temos notícias de jovens, após o insucesso no vestibular precisarem fazer urgentemente terapia, pois a pressão foi imensa da família, e, a própria família fazia conotação de derrota, de prejuízo e até mesmo vergonha, já que alguns coleguinhas de seu filho lograram êxitos. Independente de aprovação ou não, os pais precisam é apoiar, estimular o filho, para que o mesmo mantenha a sua auto-estima e comece a se preparar para um próximo vestibular. É triste, mas, é comum alguns pais chamarem ainda seus filhos de “burros” por não passarem no vestibular. Nem sempre, porém, os pais têm essa compreensão e ficam infelizes com a reprovação dos filhos no vestibular. Os pais precisam caminhar juntos com os filhos, derrubando barreiras e encontrando forças para chegar aonde se pretende. Sabe-se das dúvidas dos jovens, das dificuldades e incertezas, e ai, é preciso que os pais tenham muita tolerância, pois as pessoas crescem e têm conquistas em tempos diferentes da vida. O vestibular não é o fim do mundo. Quantos foram reprovados no vestibular, e em seguida tiveram êxitos em concursos do Banco do Brasil, CEF, Justiça Federal? E quantos foram aprovados num vestibular e por mais que tentem, não conseguem êxitos em concursos públicos? E, muitas vezes, depois de formados, são obrigados a debruçarem em um balcão de farmácia, armarinho ou mesmo tocarem uma atividade totalmente avessa daquela o qual foi graduado. Portanto, algumas vezes o insucesso no exame, serve até mesmo para uma reflexão de vida e uma mudança de atitudes, tanto dos pais, como do jovem vestibulando. Uma reprovação no vestibular não significa absolutamente nada. Porque desespero? Insucesso numa universidade pública, onde a concorrência é grande, onde o dinheiro, a classe social pouco importa, não é nenhuma vergonha e muito menos reflexo de incapacidade. O jovem certamente vai sobreviver a ele e sua família também. E, a família precisa estar unida! (Elias Reis é articulista e Presidente do Sindicato dos Radialistas de Ilhéus).
A solução é voltar a tentar em segunda vez... terceira vez e nunca desistir!
ResponderExcluirJoselito Brito