O julgamento dos dois réus do caso do assassinato do ex-prefeito de Aurelino Leal, Gilberto Ramos, marcado para a manhã desta quinta-feira (10), foi inic
iado sem a presença de ambos, visto o atraso de duas horas na deslocação dos presos do presídio de Valença até a 1ª Vara do Júri, no Fórum Ruy Barbosa. A situação revoltou o juiz responsável Moacyr Pitta Lima, que considerou como “uma vergonha” o fato. “A população reclama da morosidade da Justiça, mas isso sempre acontece”, declarou ao jornal BATV. Um dos réus é o também ex-prefeito do município do sul baiano, José Augusto Neto, que vai a júri popular. José Augusto é apontado pelo pistoleiro Leonardo Ramos Santos como mandante do crime de maio de 2007. Outro acusado seria o ex-vice prefeito, Giovanni Lopes Gagliano. Ambos teriam pago cerca de R$ 20 mil para executar o opositor político.
iado sem a presença de ambos, visto o atraso de duas horas na deslocação dos presos do presídio de Valença até a 1ª Vara do Júri, no Fórum Ruy Barbosa. A situação revoltou o juiz responsável Moacyr Pitta Lima, que considerou como “uma vergonha” o fato. “A população reclama da morosidade da Justiça, mas isso sempre acontece”, declarou ao jornal BATV. Um dos réus é o também ex-prefeito do município do sul baiano, José Augusto Neto, que vai a júri popular. José Augusto é apontado pelo pistoleiro Leonardo Ramos Santos como mandante do crime de maio de 2007. Outro acusado seria o ex-vice prefeito, Giovanni Lopes Gagliano. Ambos teriam pago cerca de R$ 20 mil para executar o opositor político.
Amigo Val Cabral
ResponderExcluirO maior problema enfrentado por quem não suporta mais essa onda de crimes de mandos, é a impunidade que beneficia matadores e mandantes. Espero que neste caso, não haja essa intolerante situação. Marcos Fontes