O ex-deputado Ulysses Guimarães eternizou a máxima segundo a qual se sabe como começa uma CPI, mas não se sabe como termina. Ele acreditava que as investigações parlamentares
guardassem uma saudável imprevisibilidade por fugir de qualquer tipo de controle, fosse do governo, fosse da oposição, pelo simples fato de serem pautadas pelos fatos. Ulysses Guimarães, se ainda vivo, estaria assistindo à desconstrução absoluta de sua teoria: uma CPI pode, sim, ser totalmente controlada do início ao fim, independentemente dos fatos para que seu resultado seja o mais próximo possível de uma fórmula desenvolvida numa excepcional e extraordinária pizzaria. Depois de muita embromação e escaramuças, a CPI da Câmara, criada por acordo de acomodação entre situação e oposição, encerrará seus trabalhos exatamente da mesma maneira que começou: encenando uma farsa. Farsa para não apurar nada. Desde o início, foi, é e será um simulacro de investigação – e tudo leva a crer que acabará assim. A falta de conclusão será conseqüência direta do trabalho de um grupo de vereadores que vem fazendo fama na Câmara e está sendo apelidado de o grupo dos coveiros. São parlamentares inexpressivos, desprovidos de pudor, teleguiados para atrapalhar, confundir e enterrar investigações que incomodem a quem melhor lhes convier. Os talibãs da impunidade são recrutados no chamado baixo clero da própria Câmara Municipal. E nestas circunstâncias estão porcos, cavalos, jumentos... e o Satanaz que os parta!
guardassem uma saudável imprevisibilidade por fugir de qualquer tipo de controle, fosse do governo, fosse da oposição, pelo simples fato de serem pautadas pelos fatos. Ulysses Guimarães, se ainda vivo, estaria assistindo à desconstrução absoluta de sua teoria: uma CPI pode, sim, ser totalmente controlada do início ao fim, independentemente dos fatos para que seu resultado seja o mais próximo possível de uma fórmula desenvolvida numa excepcional e extraordinária pizzaria. Depois de muita embromação e escaramuças, a CPI da Câmara, criada por acordo de acomodação entre situação e oposição, encerrará seus trabalhos exatamente da mesma maneira que começou: encenando uma farsa. Farsa para não apurar nada. Desde o início, foi, é e será um simulacro de investigação – e tudo leva a crer que acabará assim. A falta de conclusão será conseqüência direta do trabalho de um grupo de vereadores que vem fazendo fama na Câmara e está sendo apelidado de o grupo dos coveiros. São parlamentares inexpressivos, desprovidos de pudor, teleguiados para atrapalhar, confundir e enterrar investigações que incomodem a quem melhor lhes convier. Os talibãs da impunidade são recrutados no chamado baixo clero da própria Câmara Municipal. E nestas circunstâncias estão porcos, cavalos, jumentos... e o Satanaz que os parta!
Amigo Val Cabral
ResponderExcluirEssa é briga de CACHORROS, onde os gatos não devem se meter... e como sou um gato, prefiro ficar apenas observando e esperando no que vai dar. Embora eu concorde muito contigo nessa perspectiva de que tudo acabará em PIZZA!!!!
Gutemberg Matos
Dou Roberto por Loiola; Ruy Mi cosse por MILton Satanaz; Ricardo BAR será por Vencer Lalau... e não quero troco.
ResponderExcluirSó tem traquino nessa seara e besta é quem acredita no contrário. Josué Sales
Val Cabral, o mais bestinha aí, conserta relógio com luvas de box... no escuro e de olhos vendados!
ResponderExcluirNunes
A CÂMARA VIROU POCILGA. SÓ TEM PORCOS E SÓ FAZEM PORCARIAS!!!!!
ResponderExcluirEdmilson Magalhães
A CÂMARA VIROU POCILGA. SÓ TEM PORCOS E SÓ FAZEM PORCARIAS!!!!!
ResponderExcluirEdmilson Magalhães
A verba disponibilizada para estes espertalhões, é muito maior que a arrecadação da Prefeitura de São José da Vitória, que possui mais de 700 funcionários e ainda sobre recursos 9depois do que ainda roubam), para execução de obras públicas. reflita e perceba o quanto as contas não batem! E a causa está na roubalheira dos nossos vereadores. Quem não rouba, não impede de haver roubo e isso é outra forma de também roubar!
ResponderExcluirFernando Monteiro de Souza
Esses roubos e safadeza com o dinheiro do contribuinte de Itabuna, já vem de lá atrás. Pedro Egídio presidente, Roberto de Souza 1º secretário. Emanoel Acilino presidente, Roberto 1º secretário, Edson Rapina Rampas presidente, 1º secretário Roberto, e haja farra, orgia, dinheiro na cueca, calcinha, próstitutas, rateio, comissões, porcentagens...?! E, viva o Brasil de Lulla, Viva a Bahia de Wagnner, Viva Itabuna de Dom Geraldo Corleone Simões, Fernando Come$, Roberto de Souza, Edson Rampas...! Margareth Brandão (eleitora indignada)
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