Na contramão do que vem ocorrendo no Brasil com o Governo Lula, a desigualdade social vem aumentando na Bahia, na gestão Wagner. A
Pesquisa Nacional por Amostragem de Domicílios (PNAD), divulgada recentemente pelo IBGE, revela que, no período entre 2006 e 2008, a renda dos 10% mais ricos na Bahia cresceu 13%, enquanto a dos 10% mais pobres evoluiu apenas 5%. Isso quer dizer que nos dois primeiros anos do Governo Wagner, a renda dos mais pobres cresceu R$ 3, muito abaixo da média do Estado, de R$ 44. “Mesmo com o Bolsa Família e outras políticas compensatórias do Governo Lula, a desigualdade aumentou na Bahia, porque o atual governo do Estado não foi capaz de criar ações que acelerassem o desenvolvimento nas áreas menos favorecidas”, avalia o candidato ao governo do Estado pela coligação A Bahia Tem Pressa, Geddel Vieira Lima (PMDB). No seu programa de governo, Geddel estabeleceu entre as suas prioridades, ações voltadas a beneficiar os 100 municípios com os piores Índices de Desenvolvimento Humano (IDHs), do Estado. A proposta inclui a complementação do Bolsa Família nessas localidades e investimentos amplos em infraestrutura e ações voltadas à geração de emprego e renda. Os dados do PNAD demonstram que, na média, a renda dos baianos cresceu muito menos que a das populações da maioria dos estados, a exemplo do Ceará e Minas Gerais, cujo ganho no período pesquisado atingiu respectivamente a R$ 51 e R$ 52. E em relação aos mais pobres há situações como a de Pernambuco, que teve uma renda média menor, mas que, na camada de menor poder aquisitivo, registrou evolução idêntica à da Bahia (R$ 3). Já outros estados, como o Ceará, ultrapassaram os baianos tanto na evolução da renda média quanto na camada mais pobre, que, no caso dos cearenses, passou a ganhar R$ 5 a mais. Com a complementação do bolsa família, Geddel pretende beneficiar a cerca de 262 mil famílias. O valor do benefício extra será de até R$ 120, para o máximo de quatro pessoas por família. E além dessa proposta, o programa de governo do candidato peemedebista prevê também, para os municípios com os mais baixos IDHs, o Programa de Combate ao Desemprego, com ações de fomento às atividades intensivas em geração de emprego, de requalificação do trabalhador, criação de banco de dados de informações estaduais e informações sobre oportunidades de emprego.
Pesquisa Nacional por Amostragem de Domicílios (PNAD), divulgada recentemente pelo IBGE, revela que, no período entre 2006 e 2008, a renda dos 10% mais ricos na Bahia cresceu 13%, enquanto a dos 10% mais pobres evoluiu apenas 5%. Isso quer dizer que nos dois primeiros anos do Governo Wagner, a renda dos mais pobres cresceu R$ 3, muito abaixo da média do Estado, de R$ 44. “Mesmo com o Bolsa Família e outras políticas compensatórias do Governo Lula, a desigualdade aumentou na Bahia, porque o atual governo do Estado não foi capaz de criar ações que acelerassem o desenvolvimento nas áreas menos favorecidas”, avalia o candidato ao governo do Estado pela coligação A Bahia Tem Pressa, Geddel Vieira Lima (PMDB). No seu programa de governo, Geddel estabeleceu entre as suas prioridades, ações voltadas a beneficiar os 100 municípios com os piores Índices de Desenvolvimento Humano (IDHs), do Estado. A proposta inclui a complementação do Bolsa Família nessas localidades e investimentos amplos em infraestrutura e ações voltadas à geração de emprego e renda. Os dados do PNAD demonstram que, na média, a renda dos baianos cresceu muito menos que a das populações da maioria dos estados, a exemplo do Ceará e Minas Gerais, cujo ganho no período pesquisado atingiu respectivamente a R$ 51 e R$ 52. E em relação aos mais pobres há situações como a de Pernambuco, que teve uma renda média menor, mas que, na camada de menor poder aquisitivo, registrou evolução idêntica à da Bahia (R$ 3). Já outros estados, como o Ceará, ultrapassaram os baianos tanto na evolução da renda média quanto na camada mais pobre, que, no caso dos cearenses, passou a ganhar R$ 5 a mais. Com a complementação do bolsa família, Geddel pretende beneficiar a cerca de 262 mil famílias. O valor do benefício extra será de até R$ 120, para o máximo de quatro pessoas por família. E além dessa proposta, o programa de governo do candidato peemedebista prevê também, para os municípios com os mais baixos IDHs, o Programa de Combate ao Desemprego, com ações de fomento às atividades intensivas em geração de emprego, de requalificação do trabalhador, criação de banco de dados de informações estaduais e informações sobre oportunidades de emprego.
Como se conjuga Geraldo Ficha Suja: vendeu, ganhou, lucrou, lesou, explorou, burlou... convocou, elogiou, bolinou, estimulou, beijou, convidou... despiu-se... deitou-se, mexeu, gemeu, fungou, babou, antecipou, frustrou...
ResponderExcluirHildete Vieira
Val Cabral, o conceito de "classes sociais" não se aplica a uma sociedade organizada em clãs e a Bahia é exemplo deste desequilíbrio entre suas castas. As desigualdades subsistem desde que a humanidade vivia da caça, da pesca e da coleta.
ResponderExcluirHumberto Brito
As décadas de negligência do poder público com as cidades e o povo da Bahia, põem o Estado, agora, na contramão da tendência de redução de desigualdade do resto do Brasil. Uma pesquisa da Fundação Getúlio Vargas, planejada para medir a distância entre essas áreas carentes e a cidade formal, serviu para mostrar que a Bahia, apesar de uma melhoria nas condições de vida da população mais pobre, não consegue acompanhar o avanço do resto do país e se mantém estacionado, oscilando, em alguns momentos, para baixo.
ResponderExcluirSandro Gomes de Albuquerque
Um exemplo da desigualdade está na educação. Os avanços no número de matriculas nos últimos anos mascaram uma desigualdade extrema. “No Norte e Nordeste, apenas 40% das crianças terminam o primário”. No Sudeste, essa taxa seria de 70%. Cerca de 3,5 milhões de adolescentes ainda estariam fora das escolas. As faculdades Federais, no Brasil quem tem mais oportunidades são os ricos, os pobres não se falam. Espero que a ONU, é um órgão de grande nome mundial, pressione mais o governo para tenta acabar com essa pouca vergonha que afeta o povo brasileiro. Atenciosamente: Manoel José de Santana
ResponderExcluirPT E PSDB-DEM SÃO CAUSADORES DESTA TRAGÉDIA HUMANITÁRIA NA BAHIA. É PRECISO QUE A POPULAÇÃO SAIBA DISSO E NÃO DEIXE QUE ESTAS ELEIÇÕES PASSEM SEM DAR RESPOSTA DE REBELDIA CONTRA ESTES PARTIDOS.
ResponderExcluirLUIZ CLAÚDIO BARRETO