Ser criança é chato. Chora por tudo; recebe ordem de todo mundo e cascudos dos maiores. In
defesa e sem liberdade, exposta aos maus tratos dos mais velhos, não manda em nada. Não tem preocupação, mas também não tem consciência dos fatos. Adolescente e depois, aí sim. Tudo é novo a cada dia, e você pode. Pode tentar ir para onde desejar, e digo ir, no sentido amplo. Ser jovem é a gloria, para homens e mulheres. Vitalidade, destemor, vontade, esperança, tudo junto. Permitam-me agora falar só para nós, homens. Imagine você com vinte anos. Livre, cabeça e tesão fervendo, alcançando as gatas de 15 a 25 anos. Mais pra frente, com 25 anos você alcança as de 20 a 35. São 15 anos de mulher. É preciso achar tempo, pois o trabalho já existe. Com 30, você pode pegar as de 20 a 45. Vinte e cinco anos de mulher ao alcance. Não haverá época melhor, acredite. Não queira ser reconhecido pelo seu talento; torne-se um objeto sexual; deixe que as mulheres lhe usem. Fé, companheiro. Experiência e discrição contam muito. Vai fundo. Até os 55 anos é bom, muito embora já haja um intervalo menor de mulher. Seu controle de qualidade vai caindo, fica igual ao do Paraguai. Não desanime. Com duas doses de capeta na cabeça toda mulher fica bonita, experimente. É muito comum também nesta época começar a se dar mais valor ao poder, dinheiro, ou a qualquer outra coisa que vá tomando o lugar do sexo. Chato, não é? Não se renda nunca, salve a azulzinha. As fases líquidas do homem vão passando. Novinho toma leite, depois toma cerveja; e por fim toma soro. Ate lá, viva com vontade. Cada época da vida tem um encanto que deve ser aproveitado com sabedoria, junto com o sexo. Brincadeiras verdadeiras à parte, é o tempo que rege nossas preferências. Besta quem quer controlar tudo. Nem só de nossas ações depende nosso viver. O tempo nos muda. Amadurecemos por um lado, e nos tornamos menos emotivos, às vezes até frios. Não deixe isso acontecer. Sempre me surpreende o passar do tempo. Relativo, parece que demora nas coisas ruins e voa nas boas. Já disse alguém: quando menos se espera já é sexta-feira; uma distração e chegou o final do mês. Sem se dar conta, já é final de ano. Ponha marcos na sua vida, crie metas, viva emoções, pois só assim haverá lembranças; e lembranças e amores, e as lembranças dos amores, serão tudo que levaremos.
defesa e sem liberdade, exposta aos maus tratos dos mais velhos, não manda em nada. Não tem preocupação, mas também não tem consciência dos fatos. Adolescente e depois, aí sim. Tudo é novo a cada dia, e você pode. Pode tentar ir para onde desejar, e digo ir, no sentido amplo. Ser jovem é a gloria, para homens e mulheres. Vitalidade, destemor, vontade, esperança, tudo junto. Permitam-me agora falar só para nós, homens. Imagine você com vinte anos. Livre, cabeça e tesão fervendo, alcançando as gatas de 15 a 25 anos. Mais pra frente, com 25 anos você alcança as de 20 a 35. São 15 anos de mulher. É preciso achar tempo, pois o trabalho já existe. Com 30, você pode pegar as de 20 a 45. Vinte e cinco anos de mulher ao alcance. Não haverá época melhor, acredite. Não queira ser reconhecido pelo seu talento; torne-se um objeto sexual; deixe que as mulheres lhe usem. Fé, companheiro. Experiência e discrição contam muito. Vai fundo. Até os 55 anos é bom, muito embora já haja um intervalo menor de mulher. Seu controle de qualidade vai caindo, fica igual ao do Paraguai. Não desanime. Com duas doses de capeta na cabeça toda mulher fica bonita, experimente. É muito comum também nesta época começar a se dar mais valor ao poder, dinheiro, ou a qualquer outra coisa que vá tomando o lugar do sexo. Chato, não é? Não se renda nunca, salve a azulzinha. As fases líquidas do homem vão passando. Novinho toma leite, depois toma cerveja; e por fim toma soro. Ate lá, viva com vontade. Cada época da vida tem um encanto que deve ser aproveitado com sabedoria, junto com o sexo. Brincadeiras verdadeiras à parte, é o tempo que rege nossas preferências. Besta quem quer controlar tudo. Nem só de nossas ações depende nosso viver. O tempo nos muda. Amadurecemos por um lado, e nos tornamos menos emotivos, às vezes até frios. Não deixe isso acontecer. Sempre me surpreende o passar do tempo. Relativo, parece que demora nas coisas ruins e voa nas boas. Já disse alguém: quando menos se espera já é sexta-feira; uma distração e chegou o final do mês. Sem se dar conta, já é final de ano. Ponha marcos na sua vida, crie metas, viva emoções, pois só assim haverá lembranças; e lembranças e amores, e as lembranças dos amores, serão tudo que levaremos.
Prezado amigo Val Cabral
ResponderExcluirNunca quis voltar a ser criança. Ao contrário, quando criança queria crescer e estava certo, ser adulto é a melhor experiência que a vida nos oferece. Pois, se ser criança é: não assumir a sua vida integralmente. Não poder andar sozinho. Não ser independente. Não poder sair de casa, sem avisar aonde vai. Não poder escolher seus amigos. Pensar só em si e em seus desejos imediatos, pouco se importando para os outros. Falar e fazer brincadeiras idiotas, sem sentido, sem finalidade. Não ter um trabalho que se ame, na busca obstinada por um objetivo maior, para si e para os outros.... Desculpem-me os saudosos. Não quero voltar a ser criança, nem tenho paciência para criancices de adultos e de crianças. Ser adulto é a forma mais aproximada de ser você mesmo. De assumir erros e usufruir dos seus acertos, das suas apostas. É o momento da vida onde mais nos aproximamos da liberdade. Quando vc começa a escolher suas próprias roupas (mesmo que dentro do leque que a moda nos oferece). A sua carreira e seu carro. Sua casa e, especialmente, é o momento de escolher sua nova família.
Paulo do Pontalzinho
paupont@bol.com.br
Compartilho da sua visão Paulo, ser adulto é bom de mais!
ResponderExcluirLeonardo Vieira
Val Cabral
ResponderExcluirQuerer volta, talvez não, mas o hoje que somos passou e muito por lá, pois anjos e demônios são criados, na fase adulta há a lapidação.
Deixo do nosso cancioneiro popular a frase de uma canção "somos como nossos pais..."
Washington Reis
Aigo Val Cabral
ResponderExcluirEu sempre tive saudade do futuro... do tempo porvir... hoje, sonho a velhice, a paz que almejo e viver mais de dentro e escrever memórias, não ter pressa nem ser presa do ganha-pão, muitas vezes amassados nessa correria sem medida. Aluisio Martins
Mais uma vez seus textos permitindo reflexões profundas e verdadeiras!
ResponderExcluirSaudades de você!
Agora estamos numm congresso em Fortaleza, pena não ter você perto da gente neste momento!
um grande beijo
Todo sucesso do mundo, você merece!
Deus ilumine seus caminhos!!!!!
Márcia Gomes de Araújo
É, tenho muita saudade da minha infância, mas prefiro o pacote que se adquire quando adulta (liberdade + responsabilidade + autonomia + apostas e riscos).
ResponderExcluirAna Rachel de Freitas
Val Cabral
ResponderExcluirQuando se é adulto você pode conversar e refletir sobre a vida com autoridade, com inteligência e escolher com quem quer compartilhar isso. Interlocutores com quem podemos conversar toda uma noite, uma vida. Por outro lado, me aborreço rapidamente com a tagarelice infantil sem sentido. Ou das infinitas perguntas que, previsivelmente, levam a lugar nenhum. Há quem veja nelas um sentido filosófico. Pra falar a verdade prefiro as perguntas de Nietzsche, do que as bobagens infantis de, de onde vem a nuvem? Prefiro saber de onde vem a vontade de potência, sinceramente! Relações adultas são as mais imprevisíveis e instigantes para o nosso pensamento, para a nossa vida. Quero ser adulta, para escolher. Para saber do que gosto ou não, para mudar de opinião e assumir com serenidade as minhas incertezas (sem os dramas da adolescência).
Mesmo que essas escolhas adultas envolvam decisões difíceis, como afastar-se de alguém de sua família. De eleger amigos. De ir embora quando o papo ficar chato. De comprar um livro. Ler, (em silêncio). Ficar sozinha. Ou, se não quiser, convidar alguém. Desfrutar de uma vista, tomar um vinho. Quero ser adulta, inclusive, para poder pensar se fui injusta ou não e poder formular um sentido ou uma falta de sentido das minhas atitudes. Voltar atrás, se ainda der tempo. Ser adulto é um segundo nascimento. Não mais de uma criança. Mas, de alguém que pode tornar-se o que é: adulto.
Paula Brito da Silva
Mães que não sabem dizer Não. São mais que temem decepcionar os filhos. É duro dizer não. Quantas vezes vimos mães dizer: - Tenho dó!- ter dó é na verdade se deparar com a dificuldade de saber que seu filho precisa ser contrariado. Alguns pais não suportam serem contrariados e outros não suportam contrariar.
ResponderExcluirNão suportam contrariar e ainda mimam, por serem carentes e terem medo que os filhos não gostem deles ou os achem maus pais. Não suportam decepcionar os filhos. Depois que os filhos ficam indomáveis, não tem pulso firme e acabam agredindo quando já não suportam uma situação. Agredir é a maior prova de serem pais incopetentes.
Geralmente são os mesmos que infantilizam seus filhos. Dá mamadeira pra criança de cinco anos, pica frutinha pra crianças que deveriam a muito estar se virando. Tem criança de dois e três anos que não levantam do chão se os pais não as acudirem.
Criança de cinco anos que não coloca sapato e roupa sozinhas.
Não podem ficar longe dos pais. Não podem sair com tios. São sufocadas e cobradas.
A maioria dos pais é infantil até em sonhar que seus filhos vão ter a profissão que sonharam, vão fazer o que não fizeram, vão ser o ideal sonhado realizando os sonhos dos pais. Espera ai! Eles são gente e têm seus direitos, seus gostos, seus próprios sonhos. Não são bonecas. Não são instrumentos de satisfação.
Pais infantis querem filhos que dependam deles. Que não cresçam.
Pais infantis serão sogros e sogras carrascos.
Pais infantis querem filhos para fazer suas vontades e tapar todo buraco que a carência deixou. Pessoas carentes precisam aprender a se dar carinho, não devem ter filhos esperando receber deles o que os falta.
Não acho bom alguém optar por não ter filhos. Acho que ai se esconde insegurança, medos, falta de referencia, etc. Mas, realmente se não vão se tratar e superar seus problemas, então é mais nobre não tê-los. Procure conversar com um psicólogo ele poderá lhe explicar com calma e precisão tudo que implica em ser um adulto infantil.
Busque informações, pois, ainda não consegue entender certos conceitos.
Djalma Ribeiro
Conheço vários indivíduos que mesmo tendo colocado uma criança no mundo continuaram querendo levar a vida irresponsável de antes. E não creio que o termo “adulto infantilizado” se refira só àqueles que mantém uma aura de juventude. Existe uma diferença enorme entre manter espírito jovem e não amadurecer.
ResponderExcluirMuitos desses “adultos que não crescem” que conheço agem de forma inconsciente. E a falta de amadurecimento deles não está exposta naquela máscara de Darth Vader de plástico que compraram ou na coleção de livros do Harry Potter. Não. A maioria oprime a vida adulta em outras atitudes: não sai da casa dos pais mesmo tendo passado dos 30; sai do emprego por qualquer motivo ou não para em emprego algum (pois sabe que vai ter o abrigo da mamãe quando tudo der errado); fica saindo para festas como se não houvesse amanhã, passando a noite em claro e dormindo o dia todo; não assume relacionamentos e coloca sempre que prefere “ir ficando sem compromisso para ter algo mais leve”; ao sinal de qualquer probleminha, não sabe resolver nada sozinho, corre ao terapeuta e ansia por Prozac, pois para este nicho tristeza passageira + preguiça e depressão são a mesma coisa (incrível como gostam de jogar a culpa dos problemas na “depressão”. É uma doença séria e que deve ser tratada, mas hoje todo mundo gosta de dizer que a tem para justificar fracassos). Para estes “adultos” não há hora certa de tomar as rédeas da própria vida. Ficam num mundo irreal e vão adiando o amadurecimento. E olha, isso independe de ter filhos ou não! Conheços turmas e turmas onde metade dos membros do grupo têm filhos e agem da mesma forma. Na verdade, minha maior frustração é ver que não encontro minha “turma”. Nem cheguei aos 30 anos ainda, mas já moro sozinha, me sustento e cuido de tudo. E a maioria das pessoas dessa faixa que conheço estão perdidas, vivendo como se ainda estivessem na adolescência.
Beijos!
Carla Fontes