Em seu comentário semanal na Rádio Metrópole, o ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima, criticou duramente o desempenho
administrativo do Governo do Estado, afirmando que, “ao contrário do que o governo tenta fazer acreditar, quatro anos representam muito tempo e não podem ser desperdiçados dando crédito a governos que falham na gestão e na escolha das prioridades e aparentemente só funcionam na propaganda”. Geddel considerou graves as denúncias feitas no domingo pelo jornal A Tarde, “mostrando o quanto é mal gerenciado o programa que o Governo do Estado considera um modelo, que é o Topa”. Ele lembrou que o TOPA é, na verdade, o programa federal Br asil Alfabetizado “que aqui na Bahia mudou de nome e aparece na propaganda como o maior programa da alfabetização de adultos do país”. Para o ministro da Integração Nacional, as denúncias do jornal A Tarde retratam o que ele considera marca do governo Wagner: “De um lado, a fantasia da gestão de excelência que aparece na televisão, na propaganda excessiva e enganosa que sustenta, com o uso da máquina pública, a campanha antecipada do governador candidato à reeleição. Do outro lado, a realidade de uma administração desorganizada na execução e na escolha de suas prioridades e que, por isso, não consegue fazer a Bahia caminhar no ritmo acelerado do Brasil de hoje”. Para Vieira Lima, a denúncia da imprensa mostra a distância entre a propaganda e a realidade na Bahia: “No Topa da propaganda não aparecem as salas de aula mal iluminadas e sem espaço adequado, a falta de merenda, material didático e transporte. A versão bonita e emocionante da propaganda do governo também esconde os problemas reais das aulas suspensas e até a existência de turmas fantasmas”. O ministro disse que as denúncias feitas o levam a questionar os números do Topa, onde a propaganda diz que o governo alfabetizou pelo programa mais de 460 mil adultos nos últimos três anos e que mais um milhão serão alfabetizados até dezembro, meta que ele considera “matematicamente impossível de se alcançar”. Ele disse que os números ficam “ainda mais incríveis” diante da baixa execução do orçamento do programa. O Governo do Estado, disse Geddel, investiu apenas 36% dos recursos disponíveis para o Topa, segundo dados da própria Secretaria da Fazenda do Estado: “Então, como atingir número tão elevado de alfabetizados sem aplicar direito os recursos existentes? Mais uma vez, eles tinham o dinheiro para fazer e não fizeram”. O ministro observou que educação de adultos é importante, mas a prioridade é cuidar da educação na infância para que, no futuro, não existam mais candidatos ao Topa. Nesta área, no entanto, o governo apresenta fraco desempenho conforme os números mostrados pelo ministro: na pré-escola os indicadores de escolaridade de crianças de 0 a 5 anos deixam a Bahia em sétimo lugar no estado e no ensino médio a nota do estado no ENEM é de 36,7, menos que a nota alcançada por Pernambuco, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba e Sergipe.
administrativo do Governo do Estado, afirmando que, “ao contrário do que o governo tenta fazer acreditar, quatro anos representam muito tempo e não podem ser desperdiçados dando crédito a governos que falham na gestão e na escolha das prioridades e aparentemente só funcionam na propaganda”. Geddel considerou graves as denúncias feitas no domingo pelo jornal A Tarde, “mostrando o quanto é mal gerenciado o programa que o Governo do Estado considera um modelo, que é o Topa”. Ele lembrou que o TOPA é, na verdade, o programa federal Br asil Alfabetizado “que aqui na Bahia mudou de nome e aparece na propaganda como o maior programa da alfabetização de adultos do país”. Para o ministro da Integração Nacional, as denúncias do jornal A Tarde retratam o que ele considera marca do governo Wagner: “De um lado, a fantasia da gestão de excelência que aparece na televisão, na propaganda excessiva e enganosa que sustenta, com o uso da máquina pública, a campanha antecipada do governador candidato à reeleição. Do outro lado, a realidade de uma administração desorganizada na execução e na escolha de suas prioridades e que, por isso, não consegue fazer a Bahia caminhar no ritmo acelerado do Brasil de hoje”. Para Vieira Lima, a denúncia da imprensa mostra a distância entre a propaganda e a realidade na Bahia: “No Topa da propaganda não aparecem as salas de aula mal iluminadas e sem espaço adequado, a falta de merenda, material didático e transporte. A versão bonita e emocionante da propaganda do governo também esconde os problemas reais das aulas suspensas e até a existência de turmas fantasmas”. O ministro disse que as denúncias feitas o levam a questionar os números do Topa, onde a propaganda diz que o governo alfabetizou pelo programa mais de 460 mil adultos nos últimos três anos e que mais um milhão serão alfabetizados até dezembro, meta que ele considera “matematicamente impossível de se alcançar”. Ele disse que os números ficam “ainda mais incríveis” diante da baixa execução do orçamento do programa. O Governo do Estado, disse Geddel, investiu apenas 36% dos recursos disponíveis para o Topa, segundo dados da própria Secretaria da Fazenda do Estado: “Então, como atingir número tão elevado de alfabetizados sem aplicar direito os recursos existentes? Mais uma vez, eles tinham o dinheiro para fazer e não fizeram”. O ministro observou que educação de adultos é importante, mas a prioridade é cuidar da educação na infância para que, no futuro, não existam mais candidatos ao Topa. Nesta área, no entanto, o governo apresenta fraco desempenho conforme os números mostrados pelo ministro: na pré-escola os indicadores de escolaridade de crianças de 0 a 5 anos deixam a Bahia em sétimo lugar no estado e no ensino médio a nota do estado no ENEM é de 36,7, menos que a nota alcançada por Pernambuco, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba e Sergipe.
A ÚNICA COISA QUE REALMENTE FUNCIONA BEM NESTE DESASTROSO DESGOVERNO DO PT BAIANO, É A PROPAGANDA ENGANOSA, QUE É INSERIDA DIARIAMENTE E O DIA TODO EM TODOS OS VEÍCULOS DE COMUNICAÇÃO!!! - (HAROLDO)
ResponderExcluirWAGNER JÁ... ERA!
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