A iniciativa é da Universidade de São Paulo Professores da Faculdade de Educação (FE) organizaram, virtualmente,
um curso de braile para pessoas que não têm deficiência visual. O objetivo dos organizadores é ensinar a pais, crianças e funcionários de escolas inclusivas a linguagem braile e facilitar a comunicação entre estas pessoas e aqueles que têm algum tipo de deficiência visual. O curso está disponível gratuitamente no site http://www.braillev irtual.fe. usp.br/ METODOLOGIA DO CURSO BRAI LLE VIRTUAL: As pessoas que vêm não precisam do tato para ler em braile. Com o aprendizado do sistema composto por 63 símbolos formados pela combinação de seis pontos em uma célula, o indivíduo que vê pode ler textos em braile apenas substituindo as letras comuns pela nova simbologia. O Braille Virtual é uma animação gráfica que pretende facilitar o aprendizado do sistema. Com os símbolos divididos em grupos de 10, o usuário poderá perceber primeiramente quais pontos formam cada letra braille. Num segundo momento há a repetição de cada letra, no intuito de facilitar a memorização. Terminada a animação, o usuário pode clicar em cada célula braile disposta para repetir o aprendizado. O programa Braille Virtual pode ser salvo em disquete e usado fora da Internet. É gratuito e funciona em computadores de poucos recursos. (USP Online/Ângela Góes)
um curso de braile para pessoas que não têm deficiência visual. O objetivo dos organizadores é ensinar a pais, crianças e funcionários de escolas inclusivas a linguagem braile e facilitar a comunicação entre estas pessoas e aqueles que têm algum tipo de deficiência visual. O curso está disponível gratuitamente no site http://www.braillev irtual.fe. usp.br/ METODOLOGIA DO CURSO BRAI LLE VIRTUAL: As pessoas que vêm não precisam do tato para ler em braile. Com o aprendizado do sistema composto por 63 símbolos formados pela combinação de seis pontos em uma célula, o indivíduo que vê pode ler textos em braile apenas substituindo as letras comuns pela nova simbologia. O Braille Virtual é uma animação gráfica que pretende facilitar o aprendizado do sistema. Com os símbolos divididos em grupos de 10, o usuário poderá perceber primeiramente quais pontos formam cada letra braille. Num segundo momento há a repetição de cada letra, no intuito de facilitar a memorização. Terminada a animação, o usuário pode clicar em cada célula braile disposta para repetir o aprendizado. O programa Braille Virtual pode ser salvo em disquete e usado fora da Internet. É gratuito e funciona em computadores de poucos recursos. (USP Online/Ângela Góes)
Muito boa esta iniciativa. Tudo deve ser feito para facilitar a vida de pessoas que estão submetidas aos obstáculos do cotidiano e que devem merecer da sociedade e dos governantes, a atenção devida, para que suas atividades sejam mais fáceis de serem realizadas. Parabenizo a senhora Ângela Góes, que sempre se mostra engajada nesta luta de defesa das pessoas com necessidaes especiais. São guerreiras assim, que nos fazem acreditar que haveremos de ter um futruro menos ingrato para a humanidade.
ResponderExcluirJosué Cordeiro
VAL CABRAL... PARABÉNS POR ESTA POSTAGEM E POR FAZER PARTE DO TIME QUE NÃO DEIXA ESTA LUTA SEM BONS SOLDADOS!
ResponderExcluirVC É UMA PESSOA IMPRESCINDÍVEL PARA QUE OS MENOS AFORTUNADOS SEJAM MAIS RESPEITADOS EM SEUS DIREITOS DE CIDADANIA! ANTONIO ARAÚJO
Muito legal essa iniciativa, eu mesmo tenho muita vontade de aprender.
ResponderExcluircadê a poderosa uesc??????? qual a contribuição que ela tem trazido para nós deficientes principalmente os defic. visuais... acorda!!!! pessoal da uesc.. a sociedade, as cidades da região aguardam a sua contribuição seja mais presente... o povo aguarda.. fica ai deitada em berço explendido veja aí o que essa universidade ta fazendo pela sociedade lá em nesse estado.. desce do do salto uesc.. faz o seu papel...
ResponderExcluir´MUITO BOA ESSA INICIATIVA SE TIVESSE AQUI NA UESC EU IRIA FAZER, TODO MUNDO GOSTARIA DE SER UTIL PARA AJUDAR SEU SEMELHANTE, AINDA MAIS EU Q SOU PROFESSORA DO ESINO FUNDAMENTAL.
ResponderExcluirPROFª ROSÁLIA
É mesmo!!! concordo com o comentario acima que cobra da Universidade S. Cruz, uma maior contribuição para a população.. são muitas as mazelas que as instituições governamentais podem sanar.. mas não o fazem seus agentes estão acostumados com as mesmices e nelas querem perpetuar-se porq é mais comodo pra sí, iniciam com uma pratica e e nunca inovam-se ficam caducos com a mesma teoria... só esperando as aposentadorias gordas .... lá na UESC deve ta cheia desse tipo de servidor publico...
ResponderExcluirElisia Fagundes