Até onde os mitos e os posicionamentos severos, regidos por antigas culturas de formação, podem p
rejudicar as pessoas ao longo de suas vidas? Esse é um questionamento muito bem esclarecido pelo médico urologista Júlio Brito, em entrevista recente concedida ao programa radiofônico do vereador Gerson Nascimento. O médico apresentou números preocupantes de um quadro que envolve a morte de homens vítimas do câncer da próstata em função da relutância deles em realizar o exame preventivo, feito a partir do teste de sangue e, mais eficazmente por meio do toque retal. Ainda hoje, homens de todas as classes sociais e crenças preferem pagar o preço da dor e da morte , devido ao câncer, do que se sujeitar a um exame de toque, considerado por eles como um ato extremamente constrangedor e além de sua capacidade de aceitação. A velha cultura de formação de “super-homens” que não choram precisa ser revista, sob pena de uma geração inteira morrer em função de um posicionamento radical. No entanto, sabe-se que não é fácil ignorar tal posicionamento de uma hora para a outra, o que traduz a necessidade de se aumentar o debate sobre o assunto na sociedade. Felizmente, parte da nova geração já trás consigo os efeitos da gama de informação que teve acesso. Isso produz mudanças de posicionamento em prol saúde. Enquanto uns brincam com o fato, outros preferem não comentar o exame feito, e os mais radicais continuam afirmando: “Nem que a vaca tussa”.
rejudicar as pessoas ao longo de suas vidas? Esse é um questionamento muito bem esclarecido pelo médico urologista Júlio Brito, em entrevista recente concedida ao programa radiofônico do vereador Gerson Nascimento. O médico apresentou números preocupantes de um quadro que envolve a morte de homens vítimas do câncer da próstata em função da relutância deles em realizar o exame preventivo, feito a partir do teste de sangue e, mais eficazmente por meio do toque retal. Ainda hoje, homens de todas as classes sociais e crenças preferem pagar o preço da dor e da morte , devido ao câncer, do que se sujeitar a um exame de toque, considerado por eles como um ato extremamente constrangedor e além de sua capacidade de aceitação. A velha cultura de formação de “super-homens” que não choram precisa ser revista, sob pena de uma geração inteira morrer em função de um posicionamento radical. No entanto, sabe-se que não é fácil ignorar tal posicionamento de uma hora para a outra, o que traduz a necessidade de se aumentar o debate sobre o assunto na sociedade. Felizmente, parte da nova geração já trás consigo os efeitos da gama de informação que teve acesso. Isso produz mudanças de posicionamento em prol saúde. Enquanto uns brincam com o fato, outros preferem não comentar o exame feito, e os mais radicais continuam afirmando: “Nem que a vaca tussa”.
Boa noite! quero primeiro dizer obrigado por trazer essa tema aqui. Bom realmente isso é uma realidade, tem homens por ai que nao aceita nem mesmo um toque de mao no bumbum, imagine outras coisas mais como por exemplo o exame de prostata que so é feito atraves do anus. É uma pena nos tempos de hoje ainda existir tabus como esse! Eu sei de um amigo que se recusava a fazer o exame, mas acabou fazendo e durante o processo teve um orgasmo espontaneo e claro morreu de vergonha da medica mas do outro lado descobriu o que muitos outros homens nao sabem, que exatamente ali tem ainda muito pra ser descoberto!!! é uma zona de muito prazer seja em forma de massagem ou em outra forma qualquer! eu tenho de ter passado na europa e ter conhecido a cultura de la, em que homens choram, tocar no bumbum nao faz mal.... por isso homens daqui! acordam a vida passa!
ResponderExcluirtenho 36 anos faltam 4 para fazer o teste estou com medo de gostar que a minha mulher não saiba rsrsrs!
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