Está em fase de promessa a tentativa de se resgatar 60 mil pessoas apenas nos 71 maiores municípios do país, através de uma política nacional para a “população em situação de rua”.
Os governantes sabem, e em especial sabem as autoridades municipais, o quanto é difícil uma política de assistência que resolva essa situação de marginalidade social em que as pessoas estão envolvidas, às vezes recusando-se a ser atendidas pelas estruturas existentes. Essa complexidade acaba por ser reconhecida pelo próprio governo federal, que decidiu propor uma política que vai colocar como agente dessa mudança um comitê interministerial com nove representantes dos ministérios e nove organizações da sociedade civil. A iniciativa é elogiável, pois favorece uma multidão que, sem perspectiva, entrega-se ao ócio, às drogas e algumas vezes ao crime. Neste sentido, a concessão dos benefícios do Bolsa-Família e de prestação continuada é a parte mais fácil do enfrentamento do problema. O resgate da cidadania, com tudo o que isso envolve, é uma tarefa complexa, que implica educar ou reeducar as pessoas marginalizadas, prestar assistência continuada à sua saúde e especialmente promover sua inserção na sociedade, a partir da singela necessidade de lhes garantir a documentação. Com relação à concessão do Bolsa-Família, fator que pode ser decisivo para alavancar um resgate social dessa população “em situação de rua”, ela também deve integrar um processo que vise à plena inserção dessas pessoas como cidadãos com direitos e deveres. Para isso, para essas pessoas também, a ajuda financeira deve ser condicionada a etapas que evidenciem o progresso na inclusão. O risco é de que tal ajuda, pela deterioração a que a marginalização levou esses cidadãos, seja utilizada como estímulo ao tráfico de drogas ou como eternização de uma situação de ausência de trabalho e de qualquer envolvimento produtivo. É importante, que esses brasileiros possam se tornar cidadãos de fato e de direito, passando a contar com registro civil para se habilitar aos benefícios e para fortalecer a autoestima. O ideal seria que, a partir de um apoio oficial, a população de rua deixasse de ter um sentido depreciativo e de ser vista como foco de criminosos e viciados, e tivesse condições de até mesmo dispensar tal ajuda. A concessão dos benefícios do Bolsa-Família e de prestação continuada é a parte mais fácil do enfrentamento do problema.
Os governantes sabem, e em especial sabem as autoridades municipais, o quanto é difícil uma política de assistência que resolva essa situação de marginalidade social em que as pessoas estão envolvidas, às vezes recusando-se a ser atendidas pelas estruturas existentes. Essa complexidade acaba por ser reconhecida pelo próprio governo federal, que decidiu propor uma política que vai colocar como agente dessa mudança um comitê interministerial com nove representantes dos ministérios e nove organizações da sociedade civil. A iniciativa é elogiável, pois favorece uma multidão que, sem perspectiva, entrega-se ao ócio, às drogas e algumas vezes ao crime. Neste sentido, a concessão dos benefícios do Bolsa-Família e de prestação continuada é a parte mais fácil do enfrentamento do problema. O resgate da cidadania, com tudo o que isso envolve, é uma tarefa complexa, que implica educar ou reeducar as pessoas marginalizadas, prestar assistência continuada à sua saúde e especialmente promover sua inserção na sociedade, a partir da singela necessidade de lhes garantir a documentação. Com relação à concessão do Bolsa-Família, fator que pode ser decisivo para alavancar um resgate social dessa população “em situação de rua”, ela também deve integrar um processo que vise à plena inserção dessas pessoas como cidadãos com direitos e deveres. Para isso, para essas pessoas também, a ajuda financeira deve ser condicionada a etapas que evidenciem o progresso na inclusão. O risco é de que tal ajuda, pela deterioração a que a marginalização levou esses cidadãos, seja utilizada como estímulo ao tráfico de drogas ou como eternização de uma situação de ausência de trabalho e de qualquer envolvimento produtivo. É importante, que esses brasileiros possam se tornar cidadãos de fato e de direito, passando a contar com registro civil para se habilitar aos benefícios e para fortalecer a autoestima. O ideal seria que, a partir de um apoio oficial, a população de rua deixasse de ter um sentido depreciativo e de ser vista como foco de criminosos e viciados, e tivesse condições de até mesmo dispensar tal ajuda. A concessão dos benefícios do Bolsa-Família e de prestação continuada é a parte mais fácil do enfrentamento do problema.
OS TRAFICANTES VÃO FICAR MAIS RICOS E FELIZES. A MAIORIA DESTAS PESSOAS QUE VIVEM NAS RUAS TEM FAMILIA E FIZERAM ESTA OPÇÃO POR NÃO ACEITAR CONVIVER SOCIALMENTE DE FORMA CORRETA, OBEDECENDO NORMAS E REGRAS DE CONDUTA, LOGICO QUE EXISTEM EXECÇÕES, MAS ESTAS EXECÇÕES MESMO NA RUA TRABALHAM. ESTAS PESSOAS SIM, MERECEM RECEBER AJUDA PARA QUE POSSAM VIVER DE FORMA DIGNA.
ResponderExcluirEsse é mais um programa assistencialista e demagogo do Lula, para manter eleitores sob seu cabresto...
ResponderExcluir"Dê um peixe a um homem e ele comerá um dia, mas ensine aquelee homem a pescar e ele vai comer pro resto da vida."
Por isso qd fico com pena de alguem e decido ajudar, penso em maneiras alternativas, ao invés de pegar e dar dinheiro. É pro isso q eles nunca param de pedir. Por isso q ao invés de almoçar e jantar, eles preferem comer um salgado e encher a cara de cachaça!
Uma coisa é fato, dinheiro q vem facil, vai facil. Num rende nada! é sério, rs.
Sou totalmente contrário a esta "ajuda do Lula".
Abração e td de bom!
Djalma Ribeiro
Val Cabral... esse mesmo mendigo pode ainda ganhar a bolsa familia e bolsa escola do governo e por os filhos para pedir também no sinal e no final do mês vai a escola intimidar a professora para que ela não o denuncie. Tudo isso sem pagar imposto né!
ResponderExcluirEu nunca dei dinheiro para ninguém no sinal, mesmo para crianças e velhos que tenho muito dó. Dar dinheiro não vai resolver nada, pelo contrário, só incentiva a pedir... imagine dar Bolsa Família.
O que vai aumentar é o número de mendigos (os desempregados vão querer essa boquinha né val Cabral?)... e o consumo de crack!!!
Kleber Costa
acho que ao invés de nos preocuparmos com Bolsa família para moradores de rua, temos que nos preocupar em como estamos ajudando a mudar a visão politica das pessoas que estão próximas a nós. Aí sim é que começa a verdadeira mudança neste país.
ResponderExcluirJanete Freitas
Essa é mais uma forma de Lula comprar votos neste país de gente esfomeada e entregue aos espertalhões de plantão, como é o caso desse presidente de meia tigela. Haroldo Borges
ResponderExcluirNa Europa muitos dos sem-abrigo que dormem nas ruas são pessoas que têm graves problemas psicológicos e uma notável incapacidade de adaptação.
ResponderExcluirPrecisamos ser realistas como você está sendo mas também ter um coração disposto a acolher quem de fato precisa de nós.
Ronaldo Araújo
Inversão absoluta de valores. Mas ganhar dinheiro não é a única coisa que interessa. Tampouco é simplesmente vegetar. Tudo é difícil e dolorido, em qualquer fase da vida. Mas quando uma pessoa chega aos 60 anos e não encontra emprego nem pode se aposentar por falta de tempo de contribuição a porca começa a torcer o rabo.
ResponderExcluirProfº Cláudio
Se todo mundo pensasse dessa forma o mundo estaria chei de pedintes... Nada de mais esmolas para quem necessita é de políticas governamentais que incluam e não viciem os pobres. Por isso que eu digo, a gente tem que arrumar a cama pra depois se deitar. Tenho amigos que não estudam e nem trabalham e já estão com 18, 19, 20... Eu nunca fui muito de estudar, trabalho desde 12 anos de idade, me formei com muito custo e estou correndo atrás de mais para que no futuro eu possa ter alguma coisa na vida. Quando eu comecei a trabalhar meus amigos que hj não tem nada, ficavam jogando bola e fumando maconha e eu... Ia trabalhar!!!
ResponderExcluirBruno Santos
Agora é que vai virar investimento, tem gente que tem 4 filhos:
ResponderExcluirUm ela coloca para catar latinha.
Outro para pedir dinheiro no sinal.
Outro para vender bala e por ae vai...
Com o Bolsa Mendigo... será filho de ano em ano!
Êta governozinho bonzinho esse!!!
Antonio Duarte
Sinceramente estou pensando em sair do meu emprego e passar a pedir esmolas. Eu até que dava dinheiro mas a partir de hj eu não dou mais nem um centavo. Já vi caso de um cara que ficava em uma cadeira de rodas pedindo esmolas no sinal, depois que anoitecia ele se dirigia até seu carro importado, levantava-se normalmente, dobrava sua ferramenta de trabalho (cadeira de rodas) e entrava em seu carrão e ia embora.
ResponderExcluirEdmilson Nunes
É melhor ser mendigo do que ser técnico de informática (e muito menos estagiário), e pelo visto, ser estagiário e professor, é pior que ser Mendigo...
ResponderExcluirSe esforce como mendigo e ganhe mais do que um técnico de informáticae um estagiário ou um professor. Estude a vida toda e peça esmolas; é mais fácil e melhor que arrumar emprego.
E vai molhará muito mais com esse projeto.
João Batista S. da Silva
Prezado Val Cabral
ResponderExcluirPreste atenção...
Um sinal de trânsito muda de estado em média a cada 30 segundos (trinta segundos no vermelho e trinta no verde). Então, a cada minuto um mendigo tem 30 segundos para faturar pelo menos R$ 0,10, o que numa hora dará: 60 x 0,10 = R$6,00.
Se ele trabalhar 8 horas por dia, 25 dias por mês, num mês terá faturado: 25 x 8 x 6 = R$ 1.200,00.
Será que isso é uma conta maluca?
Bom, 6 reais por hora é uma conta bastante razoável para quem está no sinal, uma vez que, quem doa nunca dá somente 10 centavos e sim 20, 50 e às vezes até 1,00.
Mas, tudo bem, se ele faturar a metade: R$ 3,00 por hora terá R$ 600,00 no final do mês, que é o salário de um estagiário com carga de 35 horas semanais ou 7 horas por dia.
Ainda assim, quando ele consegue uma moeda de R$1,00 (o que não é raro), ele pode descansar tranqüilo debaixo de uma árvore por mais 9 viradas do sinal de trânsito, sem nenhum chefe pra 'encher o saco' por causa disto.
Mas considerando que é apenas teoria, vamos ao mundo real.
De posse destes dados fui entrevistar uma mulher que pede esmolas, e que sempre vejo trocar seus rendimentos na farmacia da praça Adami. Então lhe perguntei quanto ela faturava por dia. Imagine o que ela respondeu?
É isso mesmo, de 35 a 40 reais em média o que dá (25 dias por mês) x 35 = 875 ou 25 x 40 = 1000, então na média R$ 937,50 e ela disse que não mendiga 8 horas por dia.
Moral da História :
É melhor ser mendigo do que ser técnico de informática (e muito menos estagiário), e pelo visto, ser estagiário e professor, é pior que ser Mendigo...
Se esforce como mendigo e ganhe mais do que um técnico de informáticae um estagiário ou um professor. Estude a vida toda e peça esmolas; é mais fácil e melhor que arrumar emprego.
E lembre-se:
Mendigo não paga 1/3 do que ganha pra sustentar um bando de ladrão.
Viva a Matemática.
Que país é esse?
Paulo do Pontalzinho
paupont@bol.com.br