O grande mal do século pode não ser a Aids, tampouco o câncer, nem mesmo as doenças mais modernas, como a gripe aviária que atemoriza milhões na Europa ou na Ásia. O grande perigo
para a saúde mundial é uma doença antiga, conhecida desde a Antiguidade e que já deveria ter sido extinta há pelo menos cem anos. Trata-se da tuberculose, que ressurge imune aos antibióticos e cada vez mais forte, graças ao descaso mundial com a saúde pública. A tuberculose lembra algo que ficou no passado. Dizimou milhares e fez vítimas ilustres, como os grandes poetas do romantismo, entre eles Castro Alves. Mas essa doença está longe de estar no passado. Nas últimas décadas ela ressurgiu forte, principalmente em regiões miseráveis da África, Ásia e América Latina. Cerca de 3 milhões morrem todos os anos vítima da doença. Apesar de persistente, a tuberculose tem cura há muito tempo. O tratamento é demorado e deve ser seguido à risca pelo paciente. A medicação e o acompanhamento médico são custeados pelo Estado, mesmo assim é grande o número de óbitos todos os anos. Mais do que o tratamento adequado, combater a tuberculose é uma questão de vontade política. É preciso investimento em informação e em ações de saúde pública. Caso contrário, o mundo verá neste século ressurgir os grandes problemas de saúde do passado medieval. Aqui em Itabuna, é louvável o acolhimento destes pacientes pelo Albergue Bezerra de Menezes.
para a saúde mundial é uma doença antiga, conhecida desde a Antiguidade e que já deveria ter sido extinta há pelo menos cem anos. Trata-se da tuberculose, que ressurge imune aos antibióticos e cada vez mais forte, graças ao descaso mundial com a saúde pública. A tuberculose lembra algo que ficou no passado. Dizimou milhares e fez vítimas ilustres, como os grandes poetas do romantismo, entre eles Castro Alves. Mas essa doença está longe de estar no passado. Nas últimas décadas ela ressurgiu forte, principalmente em regiões miseráveis da África, Ásia e América Latina. Cerca de 3 milhões morrem todos os anos vítima da doença. Apesar de persistente, a tuberculose tem cura há muito tempo. O tratamento é demorado e deve ser seguido à risca pelo paciente. A medicação e o acompanhamento médico são custeados pelo Estado, mesmo assim é grande o número de óbitos todos os anos. Mais do que o tratamento adequado, combater a tuberculose é uma questão de vontade política. É preciso investimento em informação e em ações de saúde pública. Caso contrário, o mundo verá neste século ressurgir os grandes problemas de saúde do passado medieval. Aqui em Itabuna, é louvável o acolhimento destes pacientes pelo Albergue Bezerra de Menezes.
Val Cabral
ResponderExcluirÉ importante as pessoas saberem que a tuberculose é uma doença que não tem nada que cura, a não ser o tratamento que por sinal é longo, e só funciona se tratar corretamente durante todo o período.
Edmilson Cardoso