É certo que quando a juventude toma a frente de qualquer movimento na sociedade o crescimento
é certo. É o que vem acontecendo com a arte e a cultura no município de Itabuna, tema que nos últimos dez anos tem tomado corpo sólido e formado novos artistas e produtores nas áreas do teatro, artesanato, artes plásticas e outras manifestações. O envolvimento da juventude nesse setor fez aumentar o nível de consciência sobre a importância do trabalho dos artistas itabunenses, assim como tem atraído cada vez mais público para as apresentações feitas na cidade. A prova disso pode ser vista na participação da comunidade cada vez que se lança um novo espetáculo aberto. O incentivo à arte é feito por entidades como a Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania-FICC, que, apesar das limitações de verbas, vem chamando a atenção da comunidade estudantil para a produção de música, poesia, teatro e dança. O trabalho nas escolas vem rendendo bons frutos e já tem espetáculos e exposições disponíveis para o grande público. O importante é que a nova geração que vem produzindo arte em Itabuna já sabe que se trata de uma área que exige persistência, além da concentração. Sabe, por meio dos veteranos, que a falta de incentivo é uma realidade, mas “aposta suas fichas” na valorização crescente da sociedade.
é certo. É o que vem acontecendo com a arte e a cultura no município de Itabuna, tema que nos últimos dez anos tem tomado corpo sólido e formado novos artistas e produtores nas áreas do teatro, artesanato, artes plásticas e outras manifestações. O envolvimento da juventude nesse setor fez aumentar o nível de consciência sobre a importância do trabalho dos artistas itabunenses, assim como tem atraído cada vez mais público para as apresentações feitas na cidade. A prova disso pode ser vista na participação da comunidade cada vez que se lança um novo espetáculo aberto. O incentivo à arte é feito por entidades como a Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania-FICC, que, apesar das limitações de verbas, vem chamando a atenção da comunidade estudantil para a produção de música, poesia, teatro e dança. O trabalho nas escolas vem rendendo bons frutos e já tem espetáculos e exposições disponíveis para o grande público. O importante é que a nova geração que vem produzindo arte em Itabuna já sabe que se trata de uma área que exige persistência, além da concentração. Sabe, por meio dos veteranos, que a falta de incentivo é uma realidade, mas “aposta suas fichas” na valorização crescente da sociedade.
Quando um jovem artista está fazendo sua arte, não está ocioso, está trabalhando e isto o evita de estar vulnerável aos apelos das drogas e dos crimes.
ResponderExcluirA relação entre um jovem artista e a arte é obvia, se ele faz arte, é um artista... e artista nunca são bandidos!!!!
Kleber Cordeiro
Quando um jovem, mesmo artista, não tem nada pra fazer, acaba sendo adotado pelos traficantes. Somente investimentos públicos e privados podem proporcionar condições de valorização e trabalho. Leonardo Vieira
ResponderExcluirPara o artista, o ócio é aproveitável..., mas para o preguiçoso é maléfico. O artista aproveita o momento da ociosidade para fazer arte..., o preguiçoso pra espreguiçar.
ResponderExcluirLuiz Alberto Tavares
O que a FICC tem realizado é muito pouco: o que o governo gasta com os altos salários de diretores, assessores, coordenadores, supervisores, "técnicos", monitores... deve ser um volumne quarenta vezes superiores ao que se investe na arte e na cultura, propriamente dita!! A arte e a cultura em Itabuna serve mais para garantir salários de marajás para parasitas e pessoas sem nenhuma relação direta com as finalidades a que a FICC deveria servir!!!!
ResponderExcluirJorge Fontes de Almeida
Estudante e poeta
E AINDA EXISTE FICC EM ITABUNA? PELO QUE EU SEI, ELA SÓ TEVE SERVENTIA NA ÉPOCA DE RITINHA DANTAS!! - (RITA)
ResponderExcluirVal Cabral, a verdade é que hoje a FICC é um cabide de empregos para octogenários mentecaptos acéfalos e imprestáveis...
ResponderExcluirNeto