Trief

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19 de novembro de 2009

ONU DIZ QUE BRASIL É O 75 º EM CORRUPÇÃO NO MUNDO

O Brasil ocupa a 75a posição num ranking sobre percepção de corrupção divulgado nesta terça-feira pela organização não-governamental Transparência Internacional. A lista, de 180 países, traz em 1o lugar a Nova Zelândia, país considerado menos corrupto. O estudo sobre a percepção de corrupção dos países deu nota 3,7 ao Brasil, o que indica um problema grave de corrupção, segundo a entidade. As notas atribuídas pela Transparência vão de 0 (países vistos como muito corruptos) a 10 (considerados pouco corruptos), com base análises de especialistas e líderes empresariais de pelo menos dez instituições, entre elas Banco Mundial, Economist Intelligence Unit e Fórum Econômico Mundial. Em relação ao estudo divulgado pela Transparência Internacional no ano passado, o Brasil subiu cinco posições no ranking. Em 2008, o Brasil teve nota 3,5, segundo a ONG. "Entre os nove países que não conseguiram superar a nota cinco estão Brasil, Peru, Colômbia e México, economias importantes na região que deveriam se tornar fortalezas anticorrupção, mas têm sido atingidos por escândalos envolvendo impunidade, propinas, corrupção política", afirma o relatório regional para as Américas da ONG. Entre os países das Américas, o Brasil ficou com 12a posição, ao lado de Peru, Colômbia e Suriname. O Canadá é o país com menor percepção de corrupção na região, ao mesmo tempo que o Haiti, país mais pobre das Américas, é o pior colocado no ranking regional. No ranking geral, a Nova Zelândia (com nota 9,4) é vista como país menos corrupto, e a Somália (nota 1,1) é a nação com maior percepção de corrupção, de acordo com a Transparência.

2 comentários:

  1. A ONU DEVE TER PESQUISADO APENAS 75PAÍSES, OU ENTÃO HOUVE CORRUPÇÃO PARA QUE ESTA POSIÇÃO NÃO FOSSE MAIS À FRENTE - LEONARDO LOPES

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  2. Val Cabral, eu fico imaginando como deve ser a situação de um país com níveis de corrupção maior que o Brasil.
    O fato é que aqui está quase todo mundo querendo levar vantagem em tudo e se dar bem com o dinheiro do povo.
    O problema é endêmico e não tem nenhuma perspectiva de que haverá mudança nessa triste realidade... por mais uns 500 anos!
    Tânia Freire

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