É de todos a responsabilidade de escolha dos políticos que irão representar a população na pr
esidência, senado, na assembléia e na Câmara dos deputados, inclusive daqueles que se abstêm, uma vez que não terão como fugir aos efeitos (bons ou maus) das gestões dessas lideranças nos diversos setores de sua comunidade. É por esse motivo que, a imprensa em geral e Justiça Eleitoral devem realiza campanhas de conscientização em massa sobre a importância da participação de cada um nesse processo de escolha. A eficiência do trabalho dos políticos no poder reflete o nível de exigência aplicada pelo eleitor. Está mais do que clara a necessidade e a importância da participação de cada cidadão no processo de escolha dos candidatos, independentemente do seu grau de instrução, classe social, crença ou orientação sexual. Não há mais pertinência para argumentos como: “Meu voto não vai fazer diferença”. Faz, sim! Não é à toa que o voto de cada eleitor é pessoal e intransferível. Ninguém poderá fazer isso por ele, nem que ele mande ou peça. No entanto, abster-se de votar é uma forma de transferir para os outros uma responsabilidade cujo resultado será um fruto a ser colhido por todos, sem distinção. A orientação é que o eleitor escolha o candidato a partir da observação do seu projeto de trabalho e atuação como profissional. Não custa lembrar que quem compra voto hoje se venderá por qualquer tostão amanhã e quem vende seu voto não terá como cobrar postura depois. E para aqueles que se utilizarão do apelo de se votar em alguém que seja indicado por presidente, governador, prefeito e qualquer que seja outra liderança, há de se lembrar de uma campanha bem sucedida de uns dez anos atrás: “No meu voto mando eu”!!!
esidência, senado, na assembléia e na Câmara dos deputados, inclusive daqueles que se abstêm, uma vez que não terão como fugir aos efeitos (bons ou maus) das gestões dessas lideranças nos diversos setores de sua comunidade. É por esse motivo que, a imprensa em geral e Justiça Eleitoral devem realiza campanhas de conscientização em massa sobre a importância da participação de cada um nesse processo de escolha. A eficiência do trabalho dos políticos no poder reflete o nível de exigência aplicada pelo eleitor. Está mais do que clara a necessidade e a importância da participação de cada cidadão no processo de escolha dos candidatos, independentemente do seu grau de instrução, classe social, crença ou orientação sexual. Não há mais pertinência para argumentos como: “Meu voto não vai fazer diferença”. Faz, sim! Não é à toa que o voto de cada eleitor é pessoal e intransferível. Ninguém poderá fazer isso por ele, nem que ele mande ou peça. No entanto, abster-se de votar é uma forma de transferir para os outros uma responsabilidade cujo resultado será um fruto a ser colhido por todos, sem distinção. A orientação é que o eleitor escolha o candidato a partir da observação do seu projeto de trabalho e atuação como profissional. Não custa lembrar que quem compra voto hoje se venderá por qualquer tostão amanhã e quem vende seu voto não terá como cobrar postura depois. E para aqueles que se utilizarão do apelo de se votar em alguém que seja indicado por presidente, governador, prefeito e qualquer que seja outra liderança, há de se lembrar de uma campanha bem sucedida de uns dez anos atrás: “No meu voto mando eu”!!!
VAL, A FORMA PRECONCEITUOSA E DESRESPEITOSA A QUAL VC SEMPRE ESTA VEICULANDO O PRESIDENTE LULA, MOSTRA QUÃO GRANDE É SUA PEQUENEZ E INSIQUINIFICÂNCIA. VC Q TENTA DEMONSTRAR SER UM HOMEM INTELIGENTE,CULTO, NÃO PASSA DE UM RELES JORNALECO DE IMPRENSA MARRON Q NUNCA VAI PASSAR DE MERO BAJULADOR DE QUEM LHE DER MAIS.
ResponderExcluirPARA SUA SORTE VC NÃO ESTÁ NA VENEZUELA OU CUBA, SE NÃO CARO AMIGO, VC SABE MUITO BEM O QUE JÁ LHE TERIA ACONTECIDO.
DEVE SER POR ISSO Q VC NUNCA FALOU MAL DE FERNANDO GOMES PREFERIU SE ALIAR A ELE O APOIANDO NOS DESVIOS DOS RECURSOS DO MUNICIPIO, E ATÉ HOJE VC SE MANTEM CALADO.